segunda-feira, 16 de março de 2020

Era Uma Segunda Vez

Era Uma Segunda Vez foi uma deliciosa surpresa nesse fim de semana. Vi que tinha viagem no tempo e era francesa, pronto, tudo que eu gosto.
Vincent está meio perdido depois que terminou com a namorada Louise até que recebe em sua casa uma estranha encomenda, uma caixa capaz de fazê-lo viajar no tempo. Resolve, então, mexer algumas coisinhas no seu passado. O que acontece à partir daí é uma grande confusão. Falando assim, parece uma comédia, mas não é. É um drama muito bem amarrado e construído.
No início, me lembrou bastante Uma Questão de Tempo, mas foi só no início, logo a série já toma uma narrativa própria e original. E eu gostei bastante, apesar de achar alguns pontos meio clichê de viagem no tempo e outras coisas que não foram explicadas, mas, sinceramente, não fazem falta nenhuma.
Minissérie curtinha co quatro episódios, dá para ver em um fim de semana. Uma curiosidade é que o título de cada episódio é o nome de uma famosa música de amor.

domingo, 15 de março de 2020

Mulheres que Correm com os Lobos

Título: Mulheres que Correm com os Lobos
Autora: Clarissa Pinkola Estés
País: Estados Unidos
Ano da Edição: 1994
Editora: Rocco
Início da Leitura: 27/01/2020
Término da Leitura: 10/02/2020

Nota: 💛💛💛

O livro é um apanhado de histórias folclóricas e étnicas. Cada capítulo é um conto e sua interpretação psicológica voltada para a psiquê feminina. As histórias são interessantes, mas a explicação psicológica, por vezes, é meio chata. Pelo menos para mim que não sou da área. Imagino que para psicólogos seja mais interessante. Mesmo assim, acredito que o livro vale a pena.

sábado, 14 de março de 2020

Planolândia

Título: Planolândia
Autor: Edwin A. Abbott
País: Inglaterra
Ano da Edição: 2002
Editora: Harbra
Início da Leitura: 29/02/2020
Término da Leitura: 07/03/2020

Nota: 💛💛💛💛

Escrito em 1884, o autor nos apresenta o mundo de duas dimensões Planolândia, onde os seres que lá habitam são polígonos e retas. Uma parábola divertida e inusitada que mostra como a imaginação é o essencial para a matemática e o seu desenvolvimento. Principalmente considerando-se a época em que foi escrito.

E um feliz dia do 𝝿 (pi, 3,14...) para todos!

sexta-feira, 13 de março de 2020

Jack & Jackie Retrato de um Casamento

Título: Jack & Jackie Retrato de um Casamento
Autora: Christopher Andersen
País: Estados Unidos
Ano da Edição: 1997
Editora: Harbra
Início da Leitura: 16/01/2020
Término da Leitura: 26/01/2020

Nota: 💛💛💛

Segundo livro do ano concluído. Estava programado para fevereiro, mas acabou bem antes, o que me deixa muito feliz.
Eu, que não era nascida na época dos dois, pude conhecer um pouco (ou muito) mais do casal real americano, como eram considerados John F. Kennedy e Jackie. Confesso que achei o livro um pouco chato quando relatava o relacionamento deles, logo após o casamento. Sinto o mesmo com o livro do mesmo autor sobre a Madonna, relatando o casamento dela com o Sean Penn. Mas depois que começa a focar em como cada um lidou com os acontecimentos da vida particular e pública de cada um ficou mais interessante. No geral, vale a pena.

quinta-feira, 12 de março de 2020

A Hora das Bruxas Vol. 2 da Anne Rice

Título: A Hora das Bruxas Vol. 2
Autora: Anne Rice
País: Estados Unidos
Ano da Publicação / Ano da Edição: 1990 / 2009
Editora: Rocco
Terminei de ler em: 15/01/2020

Nota: 💛💛💛💛

Quero começar dizendo que estou muito feliz de ter terminado esse livro, porque foi um livro que demorei muito para ler. E mais feliz ainda porque terminei antes do prazo de um mês que eu tinha me dado. Enrolei por uns cinco anos. Li e parei várias vezes.
Confesso que achei meio maçante acompanhar a vida da família Mayfair desde os tempos da Inquisição. Demorei para engrenar, mas, no final do livro, esperava ansiosa para saber como iria terminar. É uma história de bruxa, mas não tão óbvia, daquelas que imaginamos que uma bruxa faça ou seja capaz de fazer. Se tiver paciência, vale muito a pena.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Séries Para Concluir em 2020


Tem várias séries que eu comecei a ver e parei no meio. Não porque não tenha gostado, mas porque não consegui mais achá-las. Como não gosto de deixar nada inacabado, pretendo terminá-las em 2020.
Outras eu ainda nem comecei, mas quero ver, aproveitando que elas já acabaram e posso ver tudo de uma vez só.
Só coloco aqui séries que já se encerraram para ter uma conclusão mesmo. Não vejo muito sentido em colocar séries ainda em andamento que outras temporadas ainda serão lançadas. Então é isso, não são muitas, mas eu quero terminá-las mesmo.
  1. Law & Order UK
  2. Medici: Masters of Florence
  3. Mr. Robot
  4. Preacher

terça-feira, 10 de março de 2020

Livros Para Ler em 2020

Na minha adolescência, eu lia muito, muito mesmo. Durante anos, os livros me fizeram muita companhia, principalmente no final do ensino fundamental, quando me sentia um tanto quanto deslocada no colégio. Depois eu parei. Ia na Bienal do Livro, comprava, em média, 3 livros e fui percebendo que, ao final do ano, os livros comprados continuavam na pilhas de Livros A Ler que só aumentava. Parei de comprar livros na Bienal até a pilha acabar. Nunca aconteceu. Parei de ir à Bienal.
Então, nesse ano que se inicia, resolvi diminuir essa pilha. Para começar devagar pois estou enferrujada, fiz a meta de ler um livro por mês em 2020. Vou colocar aqui alguns que estão encalhados no fundo do armário (tenho vergonha de expor na estante livros que não li) que há anos me prometo ler:
  1. A Hora das Bruxas Vol. 2 da Anne Rice
  2. Jack e Jackie: Retrato de um Casamento de Christopher Andersen
  3. Mulheres que Correm com os Lobos de Clarissa Pinkola Estés
  4. O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde
  5. Fábulas de La Fontaine Volume 1 de Jean de La Fontaine
  6. Fábulas de La Fontaine Volume 2 de Jean de La Fontaine
  7. A Deusa Interior de Jennifer Barker Woolger e Roger Woolger
  8. Planolândia de Edwin A. Abbott
  9. O Estranho Mundo de Tim Burton de Paul A. Woods
  10. Alice No País das Maravilhas de Lewis Carroll
  11. A Vizinha Antipática que Sabia Matemática de Eliana Martins
  12. Dom Casmurro de Machado de Assis
Update: No decorrer do ano, inclui mais dois, um que estamos lendo no curso de francês e o outro que achei baratinho para comprar e estava de olho desde a época da faculdade.
  1. La Servante Écarlate de Margaret Atwood
  2. O Último Teorema de Fermat de Simon Singh

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Season Finale de Bull, Uma decepção nem um pouco benevolante


Já tem tempo que a série Bull não é mais a mesma. Eu nem estava tão animada assim com o final da temporada (Benevolent Deception, s01e23) por esse motivo, desde que a entrada de Eliza Dushku como a advogada J.P. Nunnelly. Mas este episódio ainda teve um lampejo de algo que poderia ter sido muito interessante, mas não foi para frente.

Na trama, Bull e a advogada Nunnelly defendem uma mãe solteira de tráfico de drogas. Mas o júri fica com medo de servir, quando há várias demonstrações de violência dos traficantes pela cidade. A solução do juiz foi fazer um júri anônimo, ou seja, o júri não pode ser visto. E fica a questão: como Bull vai "fazer sua mágica"? Infelizmente o plot não se desenvolveu e, mais uma vez, numa série em que a ênfase é a ciência do julgamente e como ler um júri, ela foi deixada de lado para focar no relacionamente sem graça de Bull e Nunnelly. Sem contar o resto da equipe que praticamente não apareceu.

Isso pode ser só uma leva de episódios ruins, mas eu acredito que é bem pior que isso. Como a audiência estava morna, houve uma mudança de produtores para a segunda temporada. O novo produtor, Glenn Gordon Caron (Medium), já começou a trabalhar nesta temporada de estreia para uma transição suave. Então, o que podemos esperar da próxima temporada, é o que vimos nestes últimos episódios da temporada atual, o esquecimento total da essência da série, a ciência de julgamente. Espero estar errada, mas acredito que não.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Guardiões da Galáxia 2


Se fosse para resumindo Guardiões da Galáxia 2 em uma única frase seria: "Quero muito apertar o baby Groot." Não há nada mais fofo que o Groot em sua forma bebê, e isso já é mostrado logo na primeira cena e nos créditos de abertura, regadas a sucessos dos anos 80, assim como no primeiro filme.

Neste filme, descobrimos mais sobre o passado e o pai de Peter Quill/Star-Lord (Chris Pratt) vivido por Kurt Russell. Quando ele estava prestes a revelar esta informação ao filho, juro que vi a cena nitidamente na minha cabeça: "Peter, I am your father.", mas não, ele não falou isso. Seria mais uma referência aos anos 80, além de tantas outras.

Enquanto no primeiro filme senti uma alegria genuína quando terminou, neste o tom era bem mais cômico, diria até que é um filme de comédia disfarçado de filme de super-herói. E funcionou muito bem. Claro que tem muitas, e ótimas, cenas de ação, mas o que se destacou mesmo foi a comédia mostrada, principalmente na interação das personagens.

Dentre as novas personagens, achei que o Sylvester Stallone fosse aparecer mais no filme, mas foi uma participação rápida. Acredito que vá aparecer mesmo no terceiro filme como ficou sugerido numa das várias cenas pós-créditos do filme. O destaque ficou para Mantis (Pom Klementieff) que apareceu bastante. Eu achei o papel desnecessário, quero dizer, o motivo de ela estar ali foi fraco, uma desculpa esfarrapada. O único motivo de ela estar no filme é porque os poderes dela eram necessários para derrotar o vilão no fim do filme. Falo assim, mas gostei muito dela e da interação dela com o Drax, até shipeei um pouqinho.

Por falar em romance, o lance não-verbalizado de Star-Lord e Gamora não me agrada. Por que sempre deve haver um romance nos filmes entre o mocinho e a mocinha? Acho desnecessário. Mas enfim, até este lance foi mais explorado no filme.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Trial & Error



Eu não sou muito fã dessas séries de comédias curtinhas, de vinte-trita minutos, mas quando soube de Trial & Error, me animei por se tratar de uma série jurídica. Eu adoro. Vendo os cartazes e as promos, nota-se logo que é uma série daquelas bem sem sentido.

No estilo documentário, a série mostra a prisão e julgamento do professor de poesia Larry Henderson (o maravilhoso John Lithgow)  acusado de matar sua esposa em uma pequena cidade da Carolina do Sul. Um advogado de Nova York vivido por Nicholas D'Agosto (o Harvey Dent da série Gotham) chega para defendê-lo e precisa trabalhar com os recursos disponíveis.

De início, achei a série meio cansativa, pois não gosto muito do gênero como já falei antes, mas depois ela me cativou. E a série é tão surreal que fiquei curiosa para saber o que ia acontecer, se o Larry tinha mesmo matado a esposa ou não, tem várias reviravoltas. É bem gostosa de assistir. Vale a pena!

Assista o trailer e você vai ter uma noção do que eu estou falando.