Mostrando postagens com marcador série. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador série. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Família Soprano


Demorei mas vi, aproveitei o tempo de quarentena para ver Família Soprano, essa série famosa de HBO da qual todos falam. E adorei. Principalmente o final. Sempre fico meio apreensiva com final de série, mas esse foi perfeito.

A série a história de um mafioso de origem italiana que começa a ter ataques de pânico e procura uma psicóloga para ajudá-lo a lidar com eles. E ninguém pode saber que ele faz terapia porque seria considerado fraco. Conforme a série avança, vamos vendo um pouco mais sobre o trabalho, a família e os relacionamentos dele. Uma série que merece ser vista.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Noite Adentro

Sigo forte na minha intenção de estudar francês este ano. E para isso, assisto tudo quanto é série francófona que aparece pela frente. Uma delas é Noite Adentro (Into The Night) - o título é em inglês, mas a série é belga - que estreou recentemente na Netflix.

A história começa no aeroporto de Bruxelas, as pessoas embarcando para um vôo para a Rússia, mas as coisas não saem como o esperado e é tensão toda hora. Não quero entrar muito em detalhes para não dar spoiler.

Confesso que não esperava muito da série, só ia ver porque era em francês, e a série me surpreendeu demais. Recomendo para todos.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Era Uma Segunda Vez

Era Uma Segunda Vez foi uma deliciosa surpresa nesse fim de semana. Vi que tinha viagem no tempo e era francesa, pronto, tudo que eu gosto.
Vincent está meio perdido depois que terminou com a namorada Louise até que recebe em sua casa uma estranha encomenda, uma caixa capaz de fazê-lo viajar no tempo. Resolve, então, mexer algumas coisinhas no seu passado. O que acontece à partir daí é uma grande confusão. Falando assim, parece uma comédia, mas não é. É um drama muito bem amarrado e construído.
No início, me lembrou bastante Uma Questão de Tempo, mas foi só no início, logo a série já toma uma narrativa própria e original. E eu gostei bastante, apesar de achar alguns pontos meio clichê de viagem no tempo e outras coisas que não foram explicadas, mas, sinceramente, não fazem falta nenhuma.
Minissérie curtinha co quatro episódios, dá para ver em um fim de semana. Uma curiosidade é que o título de cada episódio é o nome de uma famosa música de amor.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Séries Para Concluir em 2020


Tem várias séries que eu comecei a ver e parei no meio. Não porque não tenha gostado, mas porque não consegui mais achá-las. Como não gosto de deixar nada inacabado, pretendo terminá-las em 2020.
Outras eu ainda nem comecei, mas quero ver, aproveitando que elas já acabaram e posso ver tudo de uma vez só.
Só coloco aqui séries que já se encerraram para ter uma conclusão mesmo. Não vejo muito sentido em colocar séries ainda em andamento que outras temporadas ainda serão lançadas. Então é isso, não são muitas, mas eu quero terminá-las mesmo.
  1. Law & Order UK
  2. Medici: Masters of Florence
  3. Mr. Robot
  4. Preacher

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Season Finale de Bull, Uma decepção nem um pouco benevolante


Já tem tempo que a série Bull não é mais a mesma. Eu nem estava tão animada assim com o final da temporada (Benevolent Deception, s01e23) por esse motivo, desde que a entrada de Eliza Dushku como a advogada J.P. Nunnelly. Mas este episódio ainda teve um lampejo de algo que poderia ter sido muito interessante, mas não foi para frente.

Na trama, Bull e a advogada Nunnelly defendem uma mãe solteira de tráfico de drogas. Mas o júri fica com medo de servir, quando há várias demonstrações de violência dos traficantes pela cidade. A solução do juiz foi fazer um júri anônimo, ou seja, o júri não pode ser visto. E fica a questão: como Bull vai "fazer sua mágica"? Infelizmente o plot não se desenvolveu e, mais uma vez, numa série em que a ênfase é a ciência do julgamente e como ler um júri, ela foi deixada de lado para focar no relacionamente sem graça de Bull e Nunnelly. Sem contar o resto da equipe que praticamente não apareceu.

Isso pode ser só uma leva de episódios ruins, mas eu acredito que é bem pior que isso. Como a audiência estava morna, houve uma mudança de produtores para a segunda temporada. O novo produtor, Glenn Gordon Caron (Medium), já começou a trabalhar nesta temporada de estreia para uma transição suave. Então, o que podemos esperar da próxima temporada, é o que vimos nestes últimos episódios da temporada atual, o esquecimento total da essência da série, a ciência de julgamente. Espero estar errada, mas acredito que não.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Trial & Error



Eu não sou muito fã dessas séries de comédias curtinhas, de vinte-trita minutos, mas quando soube de Trial & Error, me animei por se tratar de uma série jurídica. Eu adoro. Vendo os cartazes e as promos, nota-se logo que é uma série daquelas bem sem sentido.

No estilo documentário, a série mostra a prisão e julgamento do professor de poesia Larry Henderson (o maravilhoso John Lithgow)  acusado de matar sua esposa em uma pequena cidade da Carolina do Sul. Um advogado de Nova York vivido por Nicholas D'Agosto (o Harvey Dent da série Gotham) chega para defendê-lo e precisa trabalhar com os recursos disponíveis.

De início, achei a série meio cansativa, pois não gosto muito do gênero como já falei antes, mas depois ela me cativou. E a série é tão surreal que fiquei curiosa para saber o que ia acontecer, se o Larry tinha mesmo matado a esposa ou não, tem várias reviravoltas. É bem gostosa de assistir. Vale a pena!

Assista o trailer e você vai ter uma noção do que eu estou falando.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Marseille


Este post é sobre a série francesa da Netflix, Marseille.

Tenho sempre procurado séries francesas para assistir com o intuito de aprimorar a compreeensão e a conversação do francês. Reparei que meu inglês melhorou muito depois que comecei a assistir séries em inglês (sem ser dublada), e achei esta seria uma maneira de fazer o mesmo com o francês. E fiquei muito alegre quando vi que a estreiou na Netflix esta série francesa.

Marseille se passa na cidade homônima onde as eleições para prefeitura estão próximas. O atual prefeito, vivido por Gérard Depardieu, que está no cargo a 20 anos pretende de aposentar e passar o bastão para seu pupilo o atual vice-prefeito vivido por Benoît Magimel. No decorrer da série, vamos descobrindo mais da relação entre eles. A premissa não parece oferecer muitas situações, mas tudo muda já no primeiro episódio e oferece uma visão dos bastidores da política na cidade. Li em algum lugar que era a resposta da França à House of Cards, mas não concordo com ela.

Enquanto em House of Cards, vemos as estratégias dissimuladas de Frank Underwood para chegar ao poder, em Marseille, temos uma disputa as claras onde se sabe exatamente quem é seu oponente. Não sei ao certo se achei esta abordagem ingênua ou mais verdadeira.

Achei a série meio lenta às vezes, bem no estilo francês. No meio do episódio - lá pelos seus 20 minutos, eu ficava meio entediada e dava uma pausa, ia beber uma água, ver o computador e depois voltada. Mas eu quero falar mesmo do episódio final que eu gostei bastante e deixou várias questões para a próxima temporada que já foi confirmada.

Uma pequena observação é que o Gérard Depardieu está gordo de uma maneira muito estranha.


terça-feira, 28 de junho de 2016

Datas de Estreia da Temporada 2016/2017

Este post é para eu me lembrar de quando estreia as próximas temporadas das séries que eu assisto.




  • Agents of Shield - 20 de setembro
  • Arrow - 5 de outubro
  • Game of Thrones - abril
  • Grey's Anatomy - 22 de setembro
  • Law & Order SVU - 21 de setembro
  • Legends of Tomorrow - 13 de outubro
  • NCIS New Orleans - 20 de setembro
  • Sherlock - janeiro
  • Supergirl - 10 de outubro
  • The Flash - 4 de outubro
  • segunda-feira, 27 de junho de 2016

    Game of Thrones - 6a Temporada


    Ontem foi ao ar o episódio final da sexta temporada de Game of Thrones. E que final. Depois de um nono episódio (The Battle of the Bastards) maravilhoso, era de se esperar como nas temporadas anteriores que o episódio final fosse diminuir o ritmo. Mas não foi o que aconteceu.

    SPOILERS daqui em diante

    Começamos o episódio com o julgamento de Loras Tyrell e Cersei, para mim a melhor parte do episódio. Cersei mostrou do que é capaz e temporada que vem promete mais uma batalha épica liderada pelas mulheres da série. Eu vinha me perguntando como a Cersei iria se livrar do julgamento e punição do Septo, uma vez que o seu filho querido, o rei Tommen Baratheon, proibiu julgamento por combate no reino. Perguntava-me se ela seria capaz de matar o próprio filho para se livrar das consequências de seus atos. Sim, isto me passou pela cabeça. Ela acabou sendo responsável pela sua morte indiretamente, mas nunca imaginei que ela iria fazer um estrago daqueles. E que cena foda! E mais uma vez Westeros perde seu rei. Jamie chegando na hora em que ela está sendo coroada foi ótimo, a cara dele. Como vai ficar a relação desses dois na próxima temporada?

    Daenarys, por sua vez, dá um fora no seu amante, faz de Tyrion sua mão em uma conversa comovente onde os dois abrem seus corações, o que muitos fãs já vinham prevendo, e partiu com sua frota de navios para a grande batalha. Como ela vai se sair agora que ela está entrando na mesa final?

    Arya então, já chegou chegando. Confesso que fiquei com um pouco de nojo na cena. Ela continua com o objetivo de se vingar de todos que destruiram sua família e faz isso com toques de crueldade e frieza. O treinamento dos homens sem rostos foi bem sucedido. Quero ver ela se reencontrando com o que sobrou da família. Eu ficava de coração partido nas temporadas anteriores com os vários desencontros da família. Quando um deles chegava no lugar onde o outro estava, ou tinha uma morte ou já tinha ido embora. Isso me dava uma agonia. Nesta temporada, tivemos o reencontro de Sansa, que nem de longe lembra a garotinha romântica e ingênua do início da série, e Jon Snow, que tem sua origem revelada nas visões de Bran.

    Falando em Sansa, Mindinho conta para ela seu objetivo que é o trono de ferro com ela ao seu lado. Ele sempre deixou claro que queria casar com a Sansa e o trono de ferro já era mais do que esperado pelas suas ações. Mas eu lembro de um diálogo que eles tiveram quando ele a resgatou de Porto Real em que dizia que nunca revelava seus verdadeiros objetivos. Então fica mais uma pergunta: Ele estava senso sincero com Sansa ou há mais algum objetivo escondido lá? 

    domingo, 4 de janeiro de 2015

    O Que Rolou na 6a Temporada de The Good Wife até Aqui

    Após meses de suspensão, entre a 5a e a 6a temporada de The Good Wife, ficamos sabendo a resposta de Alicia se ela aceita concorrer ao cargo de State's Attorney, vemos ela aversa a essa ideia. O que realmente era de se esperar conhecendo-a como a conhecemos. E é aí que vemos Eli Gold mostrar porque ele é tão bom no que faz, suas estratégias para convencê-la e ao Peter que, de início, não se mostra favorável a ideia. Observamos pouco a pouco Alicia migrando dos tribunais para a política, de forma relutante, e seus podres e de seus familiares aparecendo. Seu novo gerente de campanha, Johnny Elfman, juntamente com Eli, vão guiá-la por este novo mundo com novas regras em que as aparências valem mais que os fatos. E esse campo fica bem mais confuso quando surge um novo canditado que propõe a Alicia uma disputa limpa, sem baixarias, mas as baixarias continuam aparecendo.
    Enquanto isso, Cary é preso. De início parece um caso simples, que seria o plot de um ou dois
    episódios, mas se mostra como a outra linha condutora desta temporada. Um caso envolvendo drogas que coloca Lemond Bishop como peça central e grande vilão desta temporada junto com o atual States Atorney que quer usar a situação de Cary para atingir a candidatura de Alicia. Pouco a pouco vemos essas duas tramas se entrelaçando e as vidas de Alicia e Cary sendo esmiuçados.
    No meio disso tudo, nos perguntamos como fica Florrick/Agos, Alicia gradativamente deixando seus casos de lado para se dedicar a campanha e Cary se concentrando em seu próprio caso poderia causar problemas, mas Diane se junta ao time em uma fusão que esvazia os escritóris de Lockhart/Gardner e Canning levando consigo um time de peso.
    Essa confusão reflete na vida pessoal deles. O relacionamento amoroso de Kalinda e Cary fica prejudicado uma vez que a agente de condicional de Cary a vê como uma pessoa perigosa e proíbe os dois de se aproximarem. Mas emocionalmente, os dois estão mais ligados do que nunca. Kalinda usando seus contatos no FBI e enfrentando Bishop cara a cara em uma cena que vale por uma temporada inteira. Tudo para tentar inocentar Cary. Mas Cary se sente incomodado com o envolvimento de Kalinda atrapalhando sua própria defesa e o colocando-o em risco de voltar para a cadeia.
    Já Alicia vê seu relacionamento com Finn se fortalecento. Será que isso vai mais do que uma bela amizade? Muitos torcem para que sim. Isso só os próximos episódios dirão. Mas poderia ser diferente já que Polmar é o promotor no caso de Cary e ele não pega leve. Mas os dois lidam com isso muito bem e ele até ajuda Alicia na sua recém-anunciada candidatura. Mas nem por isso os resultados são os desejados, para alguns, isso pode gerar alguma desconfiança com relação aos seus reais objetivos. Mas quando Finn se depara com fatos que colocam a acusação sobre Cary em dúvida pede demissão da promotoria e abre sua própria firma no mesmo prédio da firma de Alicia que, neste ponto, voltou às instalações da antiga Lockhat Gardner e Canning. Isso acaba aproximando os dois e, diferentemente do que aconteceu com Will, o cosmos parece contribuir para estreitar os laços entre os dois numa relação construída na base da amizade e confiança, mesmo eles se esforçando para fugir desse caminho.

    sábado, 30 de agosto de 2014

    O Negócio - 2a Temporada

    Semana passada foi a estreia da 2a temporada de O Negócio. Eu estava super animada, porque gostei bastante da 1a temporada. A maneira de se aplicar as estratégias de marketing no negócio delas me interessava bastante. A sensação que tive com esse primeiro episódio da segunda temporada é que isso vai ficar um pouco de lado, o que não me agrada, para focar um pouco mais na vida pessoal das três protagonistas. É claro que a série tem que evoluir, ir para novos horizontes, mas não devemos esquecer da essência da série que é usar o marketing no ramo da prostituição.
    Esquecendo esse meu receio, o primeiro episódio deu bem o tom da temporada. Além de elas terem que lidar com a pirataria, Karen/Joana tem que conciliar o trabalho com o namoro. Enquanto isso, Luna lida com o namorado real e o de mentira que começa a causar problemas. Já Magali, linda de visual novo linda (dá um ar mais moderno para ela), enfrenta um dilema envolvendo uma grande amiga. Vamos ver amanhã como essas tramas se desenrolam.

    sábado, 9 de agosto de 2014

    Enquêtes Réservées


    Percebi que meu inglês melhorou muito depois de começar a assistir séries americanas sem dublagem. Então, para melhorar meu francês, resolvi fuçar a programação da TV5 atrás de séries francesas. A que mais me interessou foi uma chamada Enquêtes Réservées, série de investigação policial passada em Marseille. Ainda estou me ambientando com a série, vi somente dos episódios. O chato é que passa de madrugada e eu tenho que acordar cedo no dia seguinte (ou no mesmo).
    Além dos crimes de cada episódio que eles resolvem, tem a trama de cada personagem se desenvolvendo durante os vários episódios. E isso trás uma aproximação com o espectador. Gostei da série logo de cara. Ela teve 6 temporadas e acabou ano passado.