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sábado, 7 de março de 2015

Sniper Americano


Sniper Americano foi indicado ao Oscar, ganhou alguns outros prêmios e isso não me animou a vê-lo porque é filme de guerra, não é a minha praia. Mas quando descobri que foi dirigido pelo Clint Eastwood mudei de ideia imediatamente. Adoro os filmes dele, acho de uma sensibilidade incrível.
Este filme conta a história do maior sniper de todos os tempos dos Estados Unidos e suas missões no Iraque. É interessante percerber como isso vai afetando ele pouco a pouco e como depois ele consegue se recuperar, o que para mim é sempre a parte mais difícil.
Uma cena que chamou a atenção de todo mundo no cinema é quando ele está com a esposa e o bebê de colo que na verdade é um boneco. Mas é tão mal disfraçado que o cinema inteiro comentou, foi inevitável. Segundo o roteirista do filme, Jason Hall, haviam dois bebês de verdade para fazer o papel, mas um ficou doente e o outro não apareceu. Restou a eles usar um boneco.

domingo, 1 de março de 2015

A Teoria de Tudo


Todo mundo falou desse Oscar sem diversidade e eu feliz da vida porque tinha dois filmes sobre cientistas: O Jogo da Imitação, que já falei antes, e esse A Teoria de Tudo sobre a vida do físico Stephen Hawking. E a comparação é inevitável. Mas antes de fazê-la vou falar do filme em si.
Uma coisa sobre ele que é óbvia, mas a gente só se dá conta quando vê, é que mostra o Stephen Hawking antes da doença. Hoje ele virou praticamente uma caricatura dele mesmo, participando de sitcoms e outras coisas, uma figura pop. Não estou criticando isso, mas é interessante ver que ele é, ou pelo menos já foi, mas do que isso e que a fama dele é merecida, principalmente por conseguir explicar as teorias dele de forma tão simples e de fácil compreensão. Isso é bastante difícil de se ver.  E ele teve uma vida normal à medida do possível com conflitos que todo mundo passava sem aquele ar de pena. Outra coisa que achei legal foi o final do filme fazendo ligação com a teoria dele, achei interessante, uma linguagem diferente e pertinente. Apesar disso tudo, o filme não me emocionou como O Jogo da Imitação e eu esperava isso.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Rush: No Limite da Emoção


Não sou nem um pouco de Fórmula 1, quando resolvi assistir a uma corrida foi o dia em que o Senna morreu, então parei antes de começar. Mas fiquei curiosa com esse filme quando vi o final na televisão. Decidi ver o filme inteiro, do início.
E o filme é muito legal, ainda mais para mim que não conhecia a história e a rivalidade desses dois, James Hunt e Niki Lauda. Para um filme sobre Fórmula 1 me prender, tem que ser bom mesmo, as corridas são emocionantes e o Daniel Brühl está muito bem. Fiquei feliz depois, quando soube que ele vai fazer o barão Zeno no próximo filme do Capitão América. O próprío Niki Lauda ficou espantado com a interpretação, chegando a falar que era mesmo ele no filme. O filme em si também é bem fiel segundo ele e outras pessoas dessa indústria.
O mais interessante é que apesar da rivalidade toda, notasse uma admiração mútua entre os dois e isso é bemm legal. Também fiquei impressionada com a maneira como o Niki Lauda lidava com essa indústria. Ele realmente enxergava como um trabalho, um negócio, diferente do que se é mostrado, onde tudo gira em torna da paixão e o lado emocional com as pessoas realmente envolvidas emocionalmente. Esse lado fica por conta do James Hunt.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

O Jogo da Imitação


Lembro de uma época em que eu não gostava de filmes baseados em fatos reais e hoje são os meus preferidos. O Jogo da Imitação mais que os outros por se tratar da história de um matemático e do criador do que viria a se tornar o computador nosso de cada dia.
O filme é lindo, me emocionou em vários momentos, Turing falando da máquina dele ou explicando o que ele imaginava dela me arrepiou. Assim como senti uma alegria tremenda no momento da epifania, me identifiquei muito.
Outro aspecto interessante do filme é que ele é contado em três períodos de tempo diferentes paralelamente, gostei bastante do resultado. Uma cena que me chamou a atenção foi no final quando mostra ele já sob o efeito dos hormônios, fiquei indignada de ver o sofrimento dele. Não sei se foi nessa cena, mas o Benedict Cumberbatch chorou de verdade em uma delas a ponto de não conseguir parar. Confesso que simpatizei mais com ele depois disso (Tenho uma certa implicância com ele).
E não podia esquecer do Matthew Goode com aquele jeito dele que me conquistou em The Good Wife.
Uma curiosidade é que o Benedict Cumberbatch é um parente distante de Alan Turing segundo o site Ancestry.com. aqui.
No ano passado, o jornal Telegraph republicou as palavras cruzadas originais que Alan Turing usou para recrutar pessoas em 1942. Você pode tentar fazer