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domingo, 11 de janeiro de 2015

O Poderoso Chefão III


E finalmente completei a trilogia vendo a terceira parte de O Poderoso Chefão. Mais um riscado da lista. Confesso que não achei tão bom quanto os outros dois, mas é um desfecho necessário e interessante da história de Michael Corleone. No primeiro filme, vemos a sua ascensão e o que o levou a seguir com os negócios do pai. Já no segundo, nos deparamos com as suas escolhas para manter os negócios funcionando e seu consequente isolamento. Neste terceiro filme, percebemos o seu arrependimento e a intensão de redenção, querendo legitimar seus negócios e se reaproximando da família. A filha é vivida pela Sofia Coppola, filha do diretor, que já havia participado do primeiro filme como sua sobrinha. O interessante do filme é usar fatos reais como plano de fundo para a história.
Uma curiosidade sobre o filme é que Robert de Niro, que fez Don Corleone jovem no segundo filme, foi cotado para o papel de Vincent Mancini, que acabou ficando com Andy Garcia. Se de Niro, tivesse ficado com o papel, teriam que envelhecer mais ainda o Al Pacino.

domingo, 16 de novembro de 2014

O Poderoso Chefão II


Assim como o primeiro filme, fui ver O Poderoso chefão II sem saber nada sobre a trama e o enredo. Achei que seria a continuação do primeiro filme da onde ele parou e me surpreendi em ver que ele se divide em dois momentos: o presente com Michael Corleone comandando os negócios da família e o passado de Vito Corleone saindo da Sicília e vindo para a América ainda criança e, mais tarde, começando seu império. Apenas a parte do passado de Vito Corleone estava no livro de Mario Puzo, a parte de Michael é um roteiro original, mesmo assim o filme ganhou o Oscar de roteiro adaptado.
E algo que me deixou bem feliz foi que o Copolla dirigiu este filme também. O primeiro filme teve tantos problemas que ele tinha desistido de dirigir a continuação, ficando só com a produção, mas voltou atrás após o estúdio ter rejeitado Martin Scorsese para o seu lugar. Não gosto do Scorsese e fico pensando em como esse filme passaria da lista dos melhores filmes para a dos piores se ele tivesse dirigido.
O que mais me chamou a atenção nesse filme foi como as escolhas de Michael o levam a solidão no final dos dois tempos narrativos. E já havia até uma pista disso no final do primeiro filme. Achei bem triste.

sábado, 26 de julho de 2014

O Poderoso Chefão



Vi que ia passar na tv e me programei para ver O Poderoso Chefão e melhorar minha deficiência cinematográfica. Todo mundo comenta e fala desse filme, é um clássico do cinema. Faltavam 10 minutos para terminar o filme e faltou luz aqui em casa. Que raiva que eu fiquei de não poder ver o final do filme. Demorei tanto para vê-lo. Ainda bem que ela voltou rapidinho e (acho que) não perdi quase nada. Deu para ver o final que, aliás, achei muito bom. É muito bom ver esses grandes atores nos papéis que o consagraram como Al Pacino (que eu quase não reconheci de tão novinho, rs) e Marlon Brando. Descobri que ele queria que Don Corleone se parecesse com um bulldog, então ele colocou algodão nas bochechas na audição. Depois nas filmagens, ficou por conta do maquiador. Olha a foto que eu achei.
Não tinha a menor ideia da história do filme, quero dizer, é claro que eu sabia que era sobre uma família de mafiosos, mas não sabia dos detalhes da trama que mostra como filho correto (Al Pacino) que nunca quis participar dos negócios da família acaba tomando a frente quando o pai (Brando) sofre um atentado. O filme fala acima de tudo de família. Falando assim, parece que o filme é sobre o personagem de Al Pacino, mas Marlon Brando foi indicado (e ganhou) ao Oscar de Melhor Ator e Al Pacino de Ator Coadjuvante. Al Pacino ficou tão revoltado que boicotou a premiação alegando que aparecia na tela a mesma quantidade de tempo que Brando.