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terça-feira, 2 de maio de 2017

Trial & Error



Eu não sou muito fã dessas séries de comédias curtinhas, de vinte-trita minutos, mas quando soube de Trial & Error, me animei por se tratar de uma série jurídica. Eu adoro. Vendo os cartazes e as promos, nota-se logo que é uma série daquelas bem sem sentido.

No estilo documentário, a série mostra a prisão e julgamento do professor de poesia Larry Henderson (o maravilhoso John Lithgow)  acusado de matar sua esposa em uma pequena cidade da Carolina do Sul. Um advogado de Nova York vivido por Nicholas D'Agosto (o Harvey Dent da série Gotham) chega para defendê-lo e precisa trabalhar com os recursos disponíveis.

De início, achei a série meio cansativa, pois não gosto muito do gênero como já falei antes, mas depois ela me cativou. E a série é tão surreal que fiquei curiosa para saber o que ia acontecer, se o Larry tinha mesmo matado a esposa ou não, tem várias reviravoltas. É bem gostosa de assistir. Vale a pena!

Assista o trailer e você vai ter uma noção do que eu estou falando.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

De todos os filmes que concorreram ao Oscar esse ano, esse foi o que achei mais sem graça. Prefiro muito mais O Jogo da Imitação. O que achei interessante em Birdman foi a maneira como foi filmado, em plano sequência. Gostei de ver o Edward Norton também, tinha tempo que não via um filme dele. Fui ver o filme sem saber que era com ele. Acho que não tenho muito para falar sobre o filme.

domingo, 24 de agosto de 2014

A Espuma dos Dias

Não sei nem como começar a falar desse filme de tão louco que é. A Espuma dos Dias (L'Écume de Jours) se passa em mundo completamente absurdo, extravagante e colorido onde coisas inimagináveis são naturais como, por exemplo, um piano que faz drinks a partir da música tocada. Baseado no livro homônimo de Boris Vian, lembrou-me bastante de Pele de Asno. Depois descobri que já havia uma adaptação chamada A Espuma da Vida de 1968, mesma época de Pele de Asno. Para ter uma ideia da loucura do filme também, é do mesmo diretor de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças.
O filme conta a história de um homem que tem uma vida confortável vivendo de rendas e cercado de amigos, mas ele ainda quer se apaixonar. Neste momento, ele conhece uma moça delicada e suave que o faz lembrar do jazz de Duke Ellington. O mais interessante do filme é que o ambiente do casal reflete a relação dos dois. Quando ela tem um problema de saúde, tudo a volta deles começa a desmoronar. Assim como me encantei com as cores e o inusitado alegre e, até certo ponto ingênuo, do início do filme, me entristeci com as cores desbotadas e o universo se deteriorando do final.