sexta-feira, 13 de março de 2020

Jack & Jackie Retrato de um Casamento

Título: Jack & Jackie Retrato de um Casamento
Autora: Christopher Andersen
País: Estados Unidos
Ano da Edição: 1997
Editora: Harbra
Início da Leitura: 16/01/2020
Término da Leitura: 26/01/2020

Nota: 💛💛💛

Segundo livro do ano concluído. Estava programado para fevereiro, mas acabou bem antes, o que me deixa muito feliz.
Eu, que não era nascida na época dos dois, pude conhecer um pouco (ou muito) mais do casal real americano, como eram considerados John F. Kennedy e Jackie. Confesso que achei o livro um pouco chato quando relatava o relacionamento deles, logo após o casamento. Sinto o mesmo com o livro do mesmo autor sobre a Madonna, relatando o casamento dela com o Sean Penn. Mas depois que começa a focar em como cada um lidou com os acontecimentos da vida particular e pública de cada um ficou mais interessante. No geral, vale a pena.

quinta-feira, 12 de março de 2020

A Hora das Bruxas Vol. 2 da Anne Rice

Título: A Hora das Bruxas Vol. 2
Autora: Anne Rice
País: Estados Unidos
Ano da Publicação / Ano da Edição: 1990 / 2009
Editora: Rocco
Terminei de ler em: 15/01/2020

Nota: 💛💛💛💛

Quero começar dizendo que estou muito feliz de ter terminado esse livro, porque foi um livro que demorei muito para ler. E mais feliz ainda porque terminei antes do prazo de um mês que eu tinha me dado. Enrolei por uns cinco anos. Li e parei várias vezes.
Confesso que achei meio maçante acompanhar a vida da família Mayfair desde os tempos da Inquisição. Demorei para engrenar, mas, no final do livro, esperava ansiosa para saber como iria terminar. É uma história de bruxa, mas não tão óbvia, daquelas que imaginamos que uma bruxa faça ou seja capaz de fazer. Se tiver paciência, vale muito a pena.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Séries Para Concluir em 2020


Tem várias séries que eu comecei a ver e parei no meio. Não porque não tenha gostado, mas porque não consegui mais achá-las. Como não gosto de deixar nada inacabado, pretendo terminá-las em 2020.
Outras eu ainda nem comecei, mas quero ver, aproveitando que elas já acabaram e posso ver tudo de uma vez só.
Só coloco aqui séries que já se encerraram para ter uma conclusão mesmo. Não vejo muito sentido em colocar séries ainda em andamento que outras temporadas ainda serão lançadas. Então é isso, não são muitas, mas eu quero terminá-las mesmo.
  1. Law & Order UK
  2. Medici: Masters of Florence
  3. Mr. Robot
  4. Preacher

terça-feira, 10 de março de 2020

Livros Para Ler em 2020

Na minha adolescência, eu lia muito, muito mesmo. Durante anos, os livros me fizeram muita companhia, principalmente no final do ensino fundamental, quando me sentia um tanto quanto deslocada no colégio. Depois eu parei. Ia na Bienal do Livro, comprava, em média, 3 livros e fui percebendo que, ao final do ano, os livros comprados continuavam na pilhas de Livros A Ler que só aumentava. Parei de comprar livros na Bienal até a pilha acabar. Nunca aconteceu. Parei de ir à Bienal.
Então, nesse ano que se inicia, resolvi diminuir essa pilha. Para começar devagar pois estou enferrujada, fiz a meta de ler um livro por mês em 2020. Vou colocar aqui alguns que estão encalhados no fundo do armário (tenho vergonha de expor na estante livros que não li) que há anos me prometo ler:
  1. A Hora das Bruxas Vol. 2 da Anne Rice
  2. Jack e Jackie: Retrato de um Casamento de Christopher Andersen
  3. Mulheres que Correm com os Lobos de Clarissa Pinkola Estés
  4. O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde
  5. Fábulas de La Fontaine Volume 1 de Jean de La Fontaine
  6. Fábulas de La Fontaine Volume 2 de Jean de La Fontaine
  7. A Deusa Interior de Jennifer Barker Woolger e Roger Woolger
  8. Planolândia de Edwin A. Abbott
  9. O Estranho Mundo de Tim Burton de Paul A. Woods
  10. Alice No País das Maravilhas de Lewis Carroll
  11. A Vizinha Antipática que Sabia Matemática de Eliana Martins
  12. Dom Casmurro de Machado de Assis
Update: No decorrer do ano, inclui mais dois, um que estamos lendo no curso de francês e o outro que achei baratinho para comprar e estava de olho desde a época da faculdade.
  1. La Servante Écarlate de Margaret Atwood
  2. O Último Teorema de Fermat de Simon Singh

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Season Finale de Bull, Uma decepção nem um pouco benevolante


Já tem tempo que a série Bull não é mais a mesma. Eu nem estava tão animada assim com o final da temporada (Benevolent Deception, s01e23) por esse motivo, desde que a entrada de Eliza Dushku como a advogada J.P. Nunnelly. Mas este episódio ainda teve um lampejo de algo que poderia ter sido muito interessante, mas não foi para frente.

Na trama, Bull e a advogada Nunnelly defendem uma mãe solteira de tráfico de drogas. Mas o júri fica com medo de servir, quando há várias demonstrações de violência dos traficantes pela cidade. A solução do juiz foi fazer um júri anônimo, ou seja, o júri não pode ser visto. E fica a questão: como Bull vai "fazer sua mágica"? Infelizmente o plot não se desenvolveu e, mais uma vez, numa série em que a ênfase é a ciência do julgamente e como ler um júri, ela foi deixada de lado para focar no relacionamente sem graça de Bull e Nunnelly. Sem contar o resto da equipe que praticamente não apareceu.

Isso pode ser só uma leva de episódios ruins, mas eu acredito que é bem pior que isso. Como a audiência estava morna, houve uma mudança de produtores para a segunda temporada. O novo produtor, Glenn Gordon Caron (Medium), já começou a trabalhar nesta temporada de estreia para uma transição suave. Então, o que podemos esperar da próxima temporada, é o que vimos nestes últimos episódios da temporada atual, o esquecimento total da essência da série, a ciência de julgamente. Espero estar errada, mas acredito que não.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Guardiões da Galáxia 2


Se fosse para resumindo Guardiões da Galáxia 2 em uma única frase seria: "Quero muito apertar o baby Groot." Não há nada mais fofo que o Groot em sua forma bebê, e isso já é mostrado logo na primeira cena e nos créditos de abertura, regadas a sucessos dos anos 80, assim como no primeiro filme.

Neste filme, descobrimos mais sobre o passado e o pai de Peter Quill/Star-Lord (Chris Pratt) vivido por Kurt Russell. Quando ele estava prestes a revelar esta informação ao filho, juro que vi a cena nitidamente na minha cabeça: "Peter, I am your father.", mas não, ele não falou isso. Seria mais uma referência aos anos 80, além de tantas outras.

Enquanto no primeiro filme senti uma alegria genuína quando terminou, neste o tom era bem mais cômico, diria até que é um filme de comédia disfarçado de filme de super-herói. E funcionou muito bem. Claro que tem muitas, e ótimas, cenas de ação, mas o que se destacou mesmo foi a comédia mostrada, principalmente na interação das personagens.

Dentre as novas personagens, achei que o Sylvester Stallone fosse aparecer mais no filme, mas foi uma participação rápida. Acredito que vá aparecer mesmo no terceiro filme como ficou sugerido numa das várias cenas pós-créditos do filme. O destaque ficou para Mantis (Pom Klementieff) que apareceu bastante. Eu achei o papel desnecessário, quero dizer, o motivo de ela estar ali foi fraco, uma desculpa esfarrapada. O único motivo de ela estar no filme é porque os poderes dela eram necessários para derrotar o vilão no fim do filme. Falo assim, mas gostei muito dela e da interação dela com o Drax, até shipeei um pouqinho.

Por falar em romance, o lance não-verbalizado de Star-Lord e Gamora não me agrada. Por que sempre deve haver um romance nos filmes entre o mocinho e a mocinha? Acho desnecessário. Mas enfim, até este lance foi mais explorado no filme.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Trial & Error



Eu não sou muito fã dessas séries de comédias curtinhas, de vinte-trita minutos, mas quando soube de Trial & Error, me animei por se tratar de uma série jurídica. Eu adoro. Vendo os cartazes e as promos, nota-se logo que é uma série daquelas bem sem sentido.

No estilo documentário, a série mostra a prisão e julgamento do professor de poesia Larry Henderson (o maravilhoso John Lithgow)  acusado de matar sua esposa em uma pequena cidade da Carolina do Sul. Um advogado de Nova York vivido por Nicholas D'Agosto (o Harvey Dent da série Gotham) chega para defendê-lo e precisa trabalhar com os recursos disponíveis.

De início, achei a série meio cansativa, pois não gosto muito do gênero como já falei antes, mas depois ela me cativou. E a série é tão surreal que fiquei curiosa para saber o que ia acontecer, se o Larry tinha mesmo matado a esposa ou não, tem várias reviravoltas. É bem gostosa de assistir. Vale a pena!

Assista o trailer e você vai ter uma noção do que eu estou falando.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Dia do Amigo: Top 10 Amizades nas Telas

Pra comemorar o dia do amigo, resolvi fazer uma listinha dos 10 amigos do cinema, tv e mídias de modo geral que de alguma maneira me chamaram a atenção. Então lá vai:

10. Derek Vinyard e Lamont de A Outra História Americana

Derek Vinyard, neo-nazista preso por assassinar brutalmente um negro, conhece o negro Lamont na prisão. Derek sempre aprendeu a odiar, especialmente os negros, mas, na prisão, quando se viu sozinho, aprendeu a ver o mundo e as pessoas de uma outra maneira, graças a amizade de quem antes ele nem consideraria. E esta amizade ajudou-o a se tornar uma pessoa melhor. Li isto hoje como uma definição de amizade e achei muito interessante. Uma das tags do filme fala sobre isso: "His father taught him to hate. His friends taught him rage. His enemies gave him hope."

9. Leonard e Sheldon de The Big Bang Theory

A amizade deles vai além da compreensão da física. A princípio, poderíamos pensar que o que os une são os gostos em comum: ambos físicos, apreciadores de quadrinhos, ficção científica e tudo que seja considerado nerd neste mundo, mas, quando eles discordam, é uma briga feia. Por que manter uma amizade dessas? Pode-se achar outras pessoas com gostos parecidos sem complicações. Apesar do Sheldon ser todo cheio de manias e convicções, também é uma pessoa adorável a sua maneira. A resposta a pergunta e o porquê de eu ter posto a dupla aqui está no episódio The Staircase Implementation, onde Leonard conta pra Penny como ele conheceu Sheldon. Só os flashbacks com as vestimentas deles já vale o episódio.

8. Gordie, Chris, Teddy e Vern de Conta Comigo

Escolhi este, mas poderia muito bem ter sido Os Goonies, ambos filmes clássicos dos anos 80. Simplesmente, este foi o primeiro a vir na minha cabeça. Amigos de adolescência com quem dividimos nossas primeiras descobertas, vivemos aventuras incríveis, trocamos confidências e... fazemos muitas besteiras. E aprendemos com tudo isso, porque esta fase da vida é para isso mesmo.

7. Daniel San e Sr. Miyagi de Karate Kid

Daniel San tinha acabado de se mudar, estava deslocado na escola, não conhecia ninguém na cidade e os briguentos da cidade tinham cismado com ele. É aí que entra em cena o Sr. Miyagi para ajudá-lo a se defender dos valentões ensinando-o a lutar karatê. Daniel encontra no Sr. Miyagi não só um amigo, mas também um mentor e orientador, enquanto o sr. Miyagi vê no Daniel uma pessoa com quem compartilhar seus conhecimentos. E Daniel mostra que valoriza os seus ensinamentos quando decide ir com o amigo para Okinawa, já no segundo filme da série.

6. R2-D2 e C3PO de Guerra nas Estrelas

E amizade não é privilégio dos humanos. Estes dois robozinhos não poderiam ser mais diferentes. Enquanto R2-D2 é destemido e enfrenta qualquer parada, C3PO é o que há de mais covarde e essa união faz a alegria  dos fãs da série e proporciona os momentos mais engraçados. Os dois 'discutindo' são cenas memoráveis, C3PO persuadindo R2-D2 de fazer uma 'loucura' é sempre em vão e quem sempre acaba se ferrando é o robô diplomata.

5. Frodo e Sam da trilogia d'O Senhor dos Anéis

O que me marcou na amizade dos dois foi que Sam nunca desistiu do Frodo mesmo quando este lhe virou as coisas, porque Sam o conhecia bem demais e sabia que era neste momento que Frodo mais precisava dele. Claro que ele ficou chateado, decepcionado, mas isto deixa de ter valor quando ele percebe que o Frodo estava em perigo.

4. a Turma da Mônica

E o que seriam dos amigos se não houvesse implicâncias, ainda mais naquela fase em que meninos e meninas não querem saber um do outro e se odeiam profundamente no melhor dos sentidos e se metiam em todas as confusões possíveis. Cebolinha e Cascão bolando planos mirabolantes pra pegar o coelhinho da Mônica, Magali sempre com fome, Cascão que não tomava banho de jeito nenhum e a Mônica que saía batendo em todo mundo, só amigo pra aguentar isso mesmo.

3. Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte de Sex and the City

E a clássica amizade feminina que se junta pra falar dos homens, dos relacionamentos e de sexo. Que delícia.  O mais legal na série é que cada uma tinha sua personalidade bem definida, às vezes opostas (que o diga Charlotte e Samantha), mas que sempre se entendiam e se apoiavam nas mais variadas situações e não trocavam as amigas por causa de homem algum.

2. Monica, Rachel, Ross, Chandler, Phoebe e Joey de Friends

Claro que o primeiro lugar tinha que ser deles, afinal o próprio nome já diz tudo. Mostrei aqui várias amigos que enfrentaram batalhas inimagináveis juntas, mas nada mais complicado e que exija mais coragem do que a vida real. E era isso que esses amigos faziam. Uma das coisas que eu acho mais legal na série é que  eles podiam estar putos da vida um com o outro, brigando pelas coisas mais idiotas e aí, acontecia alguma coisa que os unia novamente como a perda de um emprego ou a descoberta do sexo do bebê. Acho que o que me marcou foi justamente esta união nos momentos mais alegres e nos mais difíceis. E é por isso que eu não me canso de ver até hoje e ainda rio das mesmas piadas e descubro novas para rir.

1. Carol de Paris, Eu Te Amo (14° Arrondisement)

Mesmo Friends sendo o seriado que mais retrata a amizade, o primeiro lugar vai para Carol de Paris, eu te amo. Muitas pessoas acharam essa história triste, afinal de contas, ela viaja sozinha pra Paris, um lugar que não conhecia e descobre que pode ser feliz. Ela realiza um sonho que é conhecer esta belíssima cidade. E vocês podem perguntar, onde está a amizade? Oras, quer amizade maior do que a si próprio? Ela acreditou nela, acreditou nos seus sonhos e deu força para conseguir realizá-lo. Isso é ser amigo, confiar e acreditar. E foi ela quem fez isso. Então é isso: seja seu melhor amigo. Talvez você possa até se arrepender um dia, mas na grande maioria das vezes, é só com você que você pode contar.

terça-feira, 12 de julho de 2016

O Homem Que Viu O Infinito - Trailer

Divulgado o trailer do filme O Homem Que Viu O Infinito que conta a história do matemático indiano Srinivāsa Rāmānujan que desde pequeno demonstrou grande talento para esta ciência maravilhosa. O filme estreia no Brasil mês que vem, dia 25 de agosto. Mal posso esperar.

 

domingo, 10 de julho de 2016

As crianças de Independence Day


Você que acabou de assistir Independence Day: O Resssurgimento e ficou se perguntando, assim como eu, se as personagens Dylan Hiller (enteado do piloto vivido por Will smith no primeiro filme) e Patricia Whitmore (a filha do presidente) são interpretadas pelos mesmos atores que foram no primeiro filme. E a resposta é não. Então você se pergunta por onde anda as crianças adoráveis do primeiro filme.

Mae Whitman em Independence Day (1996) e no filme The Duff (2015)
Patricia Whitmore na sequência é interpretada por Maika Monroe (Corrente do Mal, The Guest). Já no primeiro filme ela é a atriz Mae Whitman com 8 anos na época. Hoje ela está com 28 e faz muitas dublagens em animações como Avatar O Último Mestre do Ar, Family Guy, Young Justice, DC Super Hero Girls e Tartarugas Ninjas. Também esteve em várias séries como Parenthood, Web Therapy, Arrested Development e In Treatment.

Ross Bagley em Independence Day (1996) e em 2015
Dylan Hiller na sequência é interpretado por Jessie T. Usher (Level Up, Survivor's Remorse). No filme original, ele foi vivido pelo Ross Bagley com 8 anos também. Após o filme, ele participou de algumas séries até 2004 e sumiu. Formou-se em cinema e televisão pela California State University e voltou ao trabalho. Pode ser visto recentemente em Gnome Alone (2015) e estará no filme Dead Ringer a ser lançado em breve.

Maika Monroe e Jessie T. Usher em Independence Day: O Ressurgimento