sábado, 4 de julho de 2015

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

Eu vi o primeiro filme, Jurassic Park, e não vi os outros dois porque achei que não acrecentariam nada. O primeiro vi mais de curiosidade, afinal, são dinossauros. Acredito que o que falam no filme possa ser verdade: depois que deixou de ser novidade, ninguém liga mais. Queria até rever o primeiro filme agora, porque nem lembro direito dele.
A história de Jurassic World é basicamente a mesma do primeiro, a diferença é que o parque já está aberto, tem milhares de pessoas andando por lá. O que eu gostei no filme é que tem muito susto, do nada aparece um dinossauro para te devorar. Em geral, não gosto muito de filme de susto, mas esse é o ponto alto do filme. O dinossauro vilão também é bem legal, um híbrido criado geneticamente que reserva algumas surpresas. Claro que a situação foge do controle. Destaco o BD Wong que faz o cientista que criou o bichano. Ele fez parte do primeiro filme e eu não lembrava, porque ainda não assistia Law & Order SVU. Saudades dele na série.

Masrani: You created a monster!
Henry Wu: Monster is a relative term. To a canary, a cat is a monster. We're just used to being the cat.

domingo, 29 de março de 2015

Museu de Arte do Rio


Já tinha bastante tempo que eu queria ir no MAR (Museu de Arte do Rio), desde que inaugurou, mas ficava procrastinando. Bom, fui.
O espaço é bem amplo, a entrada tem um gramado sintético e uns bancos que é ótimo para ficar batendo papo e conversando. Para andar pelo museu, você começa pelo terraço (sobe pelo elevador) que tem uma vista linda e vai ficar mais ainda quando as obras em volta ficarem prontas.
O museu tem cinco andares e cada andar era dedicado a uma exposição. E conforme ia descendo, elas iam ficando melhores, na minha opinião.

domingo, 22 de março de 2015

Predileção

Em uma entrevista do Marcio Garcia, ele mencionou que o curta-metragem que ele dirigiu, Predileção, foi que abriu as portas para ele nessa parte. Fui ver o filme que está disponível online e eu coloco aqui embaixo. Trata-se um assalto a banco em pleno Rio de Janeiro com algumas reviravoltas.
Após assistir ao filme, fiquei pensando que vejo pouco curtas metragens. Eles não aparecem tanto como os longas. Comparo-os como os contos escritos e me lembrei de como o Asimov tem contos que me agradam, mas isso é outro assunto. E resolvi procurar alguns curtas para ver e me surpreender. Os curtas metragens devem ser concisos e objetivos e isso pode ser bem interessante.

Predileção from MGP Filmes on Vimeo.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

De todos os filmes que concorreram ao Oscar esse ano, esse foi o que achei mais sem graça. Prefiro muito mais O Jogo da Imitação. O que achei interessante em Birdman foi a maneira como foi filmado, em plano sequência. Gostei de ver o Edward Norton também, tinha tempo que não via um filme dele. Fui ver o filme sem saber que era com ele. Acho que não tenho muito para falar sobre o filme.

sábado, 7 de março de 2015

Sniper Americano


Sniper Americano foi indicado ao Oscar, ganhou alguns outros prêmios e isso não me animou a vê-lo porque é filme de guerra, não é a minha praia. Mas quando descobri que foi dirigido pelo Clint Eastwood mudei de ideia imediatamente. Adoro os filmes dele, acho de uma sensibilidade incrível.
Este filme conta a história do maior sniper de todos os tempos dos Estados Unidos e suas missões no Iraque. É interessante percerber como isso vai afetando ele pouco a pouco e como depois ele consegue se recuperar, o que para mim é sempre a parte mais difícil.
Uma cena que chamou a atenção de todo mundo no cinema é quando ele está com a esposa e o bebê de colo que na verdade é um boneco. Mas é tão mal disfraçado que o cinema inteiro comentou, foi inevitável. Segundo o roteirista do filme, Jason Hall, haviam dois bebês de verdade para fazer o papel, mas um ficou doente e o outro não apareceu. Restou a eles usar um boneco.

domingo, 1 de março de 2015

A Teoria de Tudo


Todo mundo falou desse Oscar sem diversidade e eu feliz da vida porque tinha dois filmes sobre cientistas: O Jogo da Imitação, que já falei antes, e esse A Teoria de Tudo sobre a vida do físico Stephen Hawking. E a comparação é inevitável. Mas antes de fazê-la vou falar do filme em si.
Uma coisa sobre ele que é óbvia, mas a gente só se dá conta quando vê, é que mostra o Stephen Hawking antes da doença. Hoje ele virou praticamente uma caricatura dele mesmo, participando de sitcoms e outras coisas, uma figura pop. Não estou criticando isso, mas é interessante ver que ele é, ou pelo menos já foi, mas do que isso e que a fama dele é merecida, principalmente por conseguir explicar as teorias dele de forma tão simples e de fácil compreensão. Isso é bastante difícil de se ver.  E ele teve uma vida normal à medida do possível com conflitos que todo mundo passava sem aquele ar de pena. Outra coisa que achei legal foi o final do filme fazendo ligação com a teoria dele, achei interessante, uma linguagem diferente e pertinente. Apesar disso tudo, o filme não me emocionou como O Jogo da Imitação e eu esperava isso.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Rush: No Limite da Emoção


Não sou nem um pouco de Fórmula 1, quando resolvi assistir a uma corrida foi o dia em que o Senna morreu, então parei antes de começar. Mas fiquei curiosa com esse filme quando vi o final na televisão. Decidi ver o filme inteiro, do início.
E o filme é muito legal, ainda mais para mim que não conhecia a história e a rivalidade desses dois, James Hunt e Niki Lauda. Para um filme sobre Fórmula 1 me prender, tem que ser bom mesmo, as corridas são emocionantes e o Daniel Brühl está muito bem. Fiquei feliz depois, quando soube que ele vai fazer o barão Zeno no próximo filme do Capitão América. O próprío Niki Lauda ficou espantado com a interpretação, chegando a falar que era mesmo ele no filme. O filme em si também é bem fiel segundo ele e outras pessoas dessa indústria.
O mais interessante é que apesar da rivalidade toda, notasse uma admiração mútua entre os dois e isso é bemm legal. Também fiquei impressionada com a maneira como o Niki Lauda lidava com essa indústria. Ele realmente enxergava como um trabalho, um negócio, diferente do que se é mostrado, onde tudo gira em torna da paixão e o lado emocional com as pessoas realmente envolvidas emocionalmente. Esse lado fica por conta do James Hunt.