Essa pesquisa veio muito a calhar, pois já havia alguns dias estava pensando num episódio que aconteceu comigo. Estava na fila de uma boate com mais duas pessoas que conheci ali. Na nossa frente, tinha um grupo e, num dado momento, entraram mais duas pessoas na nossa frente se juntando a esse grupo. Uma das pessoas que estava comigo ficou muto puto da vida e quando chegou na vez do grupo entrar, ele reclamou com a recepcionista. Eu não me importo com isso, já fiz várias vezes. Lembro de ter me sentido desconfortável, vergonha talvez, com o fato de ele estar reclamando. Só queria que ele parasse com aquilo. Fiquei muito incomodada com isso, com o fato de ter me sentido desconfortável. Impressiona-me também o fato dos comportamentos listados acima serem tão frequentes que todo mundo acha normal e estranha quando alguém não faz e reclama deles. O que eu ouço frequentemente é para deixar para lá, não é nada demais. Talvez por isso meu desconforto, o desconhecido de alguém não achar que é algo menor. Mas espera aí, como não é nada demais? É abuso! E de onde vem essa cultura (não sei se essa é a melhor palavra) de conformismo (também não sei se essa é a melhor palavra)? Pergunto isso, mas realmente a resposta não me interessa. Desejo mesmo saber porque cada indivíduo age desta maneira colaborando co meste comportamento e de que maneira especificamente faz isso? Claro que eu gostaria de saber essa resposta para todo mundo, mas só posso saber a minha. E isso também me incomoda.
Outro dia falei no twitter que estava com vontade de escrever aqui, mas sem vontade de falar sobre nada. Um amigo me sugeriu falar sobre essa falta de vontade de falar sobre qualquer coisa. Então, aqui estou eu. Não é que eu não queira falar sobre as coisas, na verdade, eu quero muito, mas ando meio descrente das pessoas e da capacidade delas de ouvirem e perceberem as pessoas a sua volta. Tem tanta coisa na minha cabeça que nem sei por onde começar a falar escrever.
Agora que entrei no blog, tava vendo um rascunho de post que fiz no final do ano passado intitulado 365 objetivos para 2013. Eu tinha listado 3. Vejo que já completei um. Ainda não revelarei qual foi este objetivo completado. quando estiver tudo pronto, eu falo. Espero que antes do meu aniversário!
A expansão do shopping ficou pronta. Vai ser um problema sério no meu orçamento, pois abriu várias lojas que eu adoro, inclusive uma especializada em macaron, para quando eu estiver com saudades da França, ou seja, sempre. (Acabei de verificar o verbete de macaron no wikipedia em português, está paupérrimo.) Na França, fiquei na casa de uma mulher e quando vim embora ela me deu de lembrança macarons da loja super famosa de lá. Estavam tão gostosos. No Natal, eu vi uma receita na internet e inventei de fazer, mas não encontrei a farinha de amêndoa. Pensei até em fazer, mas não estava ficando com cara de farinha e desisti. Se alguém souber onde encontrar farinha de amêndoa no Rio ou em Niterói me avisem.
Agora, me lembrei que ontem eu queria conversar com alguém sobre Homem de Ferro 3. Vi segunda quando fui no shopping, aproveitando meus últimos dias de semi-férias. Semi-férias porque estou férias do trabalho, mas não das aulas do doutorado. Aliás, tenho vontade de escrever um post matemático sobre os assuntos que apresento nas aulas, mas os seminários nunca ficam fechadinhos para que me sinta a vontade para trazê-los para o mundo. Enfim, preferi os outros dois filmes do Homem do Ferro. Achei esse filme meio auto-centrado e pedante, mais ou menos como o próprio protagonista. Ficou meio exagerado. Vou pontuar alguns pedaços específicos do filme, então se não quiser muitos detalhes ou spoilers é melhor parar por aqui.
Adorei a Pepper mandando ver, ela ficava muito nos bastidores. Gostei dos soldados extremis também. Ouvi muitas pessoas comentando sobre o Mandarim, opiniões fortes de cada lado. Eu fiquei meio indiferente ao que fizeram no filme, mas a ideia é velha. A cena final, depois dos crédito, não acrescenta nada à história, mas é muito engraçada. Uma cena que particularmente me irritou foi o jeito como ele se curou dos ataques de pânico. Ele ficou meio pirado depois de ter entrado no buraco de minhoca e começou a construir armaduras compulsivamente para se sentir protegido de ameaças que el nunca imaginou que existiam. Só que ao construir as armaduras, ele não conseguia se desligar dos eventos de Nova York. Aí um menino chega para ele e fala: "Você é um mecânico, construa algo." E ele constrói algo. E o que ele constrói? Mais uma armadura, bem rudimentar, mas uma armadura. E o Jarvis indo dormir? Sem noção.
Esse fim de semana acabou o horário de verão e muita gente não sabe quando ele começa ou termina. É muito simples, ele começa no terceiro fim de semana de outubro e termina no terceiro fim de semana de fevereiro com uma ressalva: se este final de semana for carnaval, termina no seguinte. Isto está o decreto N° 6558 da Casa Civil da Presidência da República. Pode-se se contentar com isso, mas é interessante entender o porquê dessas datas. É importante sempre nos questionarmos do porquê das coisas e não concordar com elas só porque é assim e pronto.
O solstício de verão, o dia em que o Sol atinge a maior declinação em latitude em relação à linha do Equador, isto é, o dia em que o ângulo formado pelos raios solares e a linha do Equador é o maior possível, ocorre por volta do dia 21 de dezembro, marcando o início do verão. A consequência disso é que o disso é o mais longo do ano. Então o horário de verão começa aproximadamente 2 meses antes e termina 2 meses depois desta data.
Eu sei, o show da Madonna no Rio já foi tem um tempo, mas nunca é tarde. Resolvi falar dele antes do mundo acabar amanhã.
Primeiro, a saga do ingresso. Os preços dos ingressos aqui no Brasil foram absurdos e quando começaram a vender para o show de São Paulo, não tinha nem desconto para estudante, o que é lei. No Rio, já não teve isso, mas não estava a vendo nos postos de venda, só na internet, ou seja, ainda teria a taxa de entrega, além daquela maldita taxa de inconveniência. Por conta disso tudo, demorei para comprar. E devia ter demorado mais, pois os ingressos encalharam e baixaram de preços quinze dias antes do show. Bem feito! Por causa desses abusos, cogitei boicotar o show aqui no Brasil e assistí-lo no Chile. Ainda bem que não o fiz (Explico depois). Além do que eu comprei, ganhei mais dois numa promoção e dei para o meu irmão e a esposa, o que depois me arrependi, porque ele não pareceu dar muita importância para isso. Quero dizer, ele ficou super feliz quando eu falei, mas no dia chegou super atrasado. Fiquei bem magoada, porque ele sabe como eu gosto de Madonna e como eu estava esperando pelo show. Descobri uma faceta do meu irmão que não gostei. O atraso dele não teve grandes consequências porque o show atrasou, não tanto quanto foi divulgado pela imprensa, mas atrasou.
Preparativos. Devido à venda fraca dos ingressos, o show que seria dia 1 de dezembro foi transferido para o dia 2, domingo. Então sábado foi dia de festinha temática da Madonna, óbvio. Costumo ir sempre, mas essa estava bem diferente. Acho que tinha muita gente de fora do Rio para o show. Fiquei toda boba que o organizador da festa veio falar comigo e me deu balões em forma de coração para a surpresa que os fãs estavam preparando para ela no show.
O Show foi lindo, gostei mais que o da turnê anterior, Stick and Sweet. Madonna como sempre arrasando. A entrada foi triunfal, sem deixar dúvidas, era hora do espetáculo. E que espetáculo. Grandioso. Cantei do início até o fim, cada palavra. Chato é que fui de pista e fiquei lá atrás, porque não gosto de muvuca, logo era a única a fazer isso. Pessoal só se empolgava com as músicas antigas e bem conhecidas e esse show teve poucas. Estou reconsiderando pista vip numa próxima vez, mas sempre acabo desistindo quando vejo o preço. Em comparação com o da turnê anterior, achei esse mais solto, no sentido de dar liberdade para certas mudanças e improvisos, coisa não muito comum para ela. Essa sensação foi comprovada logo no início quando ouvi a voz dela, quero dizer, não parecia playback. Foi emocionante.
hora da homenagem, em Open Your Heart, os balões de coração apareceram. E o meu solitário lá atrás. Não foi tão emocionante ou empolgante quanto eu imaginei. Acho que se fosse na hora de Like a prayer o efeito seria maior, já que nesta hora todo mundo pulou, cantou e se acabou, foi o momento alto do show. Lembrando que eu estava presente no show do Paul e a homenagem do NaNaNa em Hey Jude. De qualquer forma, fez um visual bem bonito.
O momento que eu estava esperando era o que ela tira a roupa e aparece a tatuagem das costas. Estava morrendo de curiosidade para saber o que ela tinha escrito: Periguete. Ah, Jesus só ensinou besteira para ela. hahahaha Foi legal ver que ela estava conectada com o Brasil, falou português, até que bem, apesar de uns deslizes pelo espanhol. Ela falando português foi engraçado e bonitinho. E claro que depois disso, só Like a Virgin, música mais do que apropriada:
E de quebra, depois ela ainda cantou Love Spent uma das minhas preferidas do novo album e que não faz parte do setlist oficial do show. Quando eu falei que tinha ficado feliz de ter visto o show no Rio e não em São Paulo ou no Chile, é que ela não cantou esta música e nem Like a Virgin. Eu ia ficar revltada. No fim do show, fiquei com vontade de assistir de novo, depois que soube disse, nem fiquei tão chateada de não ter ido.
Em I'm Addicted to Your Love, ela vestida de Joana d'Arc fazendo coreografias inspiradas nitidamente em kung fu é muito a minha cara. E as pessoas ainda não entendem porque gosto dela. E o final do show foi uma grande brincadeira com Celebration, uma verdadeira celebração.
E após um tempo elaborando um plano minucioso para fugir da fila para a exposição, aproveitei um feriado municipal para ir lá de manhã cedo. logo que abrisse. No perfil do CCBB no facebook, eles postam um gráfico com o tempo de espera na fila de acordo com o horário (olha a matemática aí). Aproveitei a dica deles, mas não contava (ou não me liguei) que este é o horário de maior trânsito para chegar lá. Enfim, cheguei e não peguei nem 5 minutos de fila. Também estava apreensiva de não conseguir ver a exposição direito devido a grande quantidade de gente, mas não tive problemas. Não tinha um bolo de gente na frente de cada quadro e deu para ver tudo tranquilamente.
Aproveitando o tema, chamo a atenção para este quadro aí do lado, A Espera de Jean Beraud. Talvez num outro momento nem tivesse prestado atenção nele na exposição, mas dias antes, tinha visto um documentário na televisão sobre a criação das lojas de departamento e shopping centers e ele foi mencionado. Explico: as lojas de departamento proporcionaram a saída das mulheres de casa em vez de ficarem lá cuidando da casa e dos filhos. Isso criou uma confusão na sociedade retratada no quadro. Anteriormente, mulheres que estavam na rua eram cortesãs, não mais naqueles dias, quando mulheres de família saíam as ruas para fazer compra. A princípio, ninguém sabia se a mulher do quadro estava esperando um cliente ou era apenas uma moça atravessando a rua. As verdades estavam mudando. O mistério só seria revelado no segundo quadro (que eu não sei o nome e não achei para colocar aqui, se alguém souber, por favor avise) onde o homem ao fundo aparece combinando o encontro!
Voltando a exposição, não era exatamente o que eu pensava. Os quadros impressionistas que vi no Musée d'Orsay quando fui lá não estavam presentes. Haviam vários quadros de Monet, por exemplo, mas não os meus preferidos como a Catedral de Rouen ou Femme à l'ombrelle tournée vers la droite. Mesmo assim, a exposição é uma aula cultural e histórica sobre Paris e sua transformação ao longo do tempo. Óbvio que bate uma saudade enorme uma vontade louco de voltar para lá naquele instante. Um quadro que eu achei a minha cara (e acho que todo mundo que me conhece um pouco vai concordar e entender) foi esse daí intitulado Noite ou O Baile de James Tissot, onde a mulher chega ao baile com este vestido amarelo lindo. A mulher do quadro tem uma presença, se destaca na multidão e o vestido é de uma nitidez perfeita.
Um passeio imperdível. Tem a lojinha com produtos da exposição, comprei um lápis para minha coleção. Recomendo a todos!!! Lembrando que fica em cartaz até janeiro.
Está acontecendo durante este mês, até dia 28, a Exposição do projeto de fotografia que participei, Projeto Mosaico Minuto 2012. Este é o terceiro ano que participo e o segundo a ter uma exposição. Desta vez não pude ir na abertura, pois caiu no mesmo dia que compromissos no trabalho. Para quem ainda não sabe, a ideia do projeto é todo mundo tirar uma foto no mesmo dia e horário no lugar em que estiver. A exposição é uma compilação dessas fotos. Vejam o video abaixo com as fotos. Vocês podem reparar que tem fotos de tudo quanto é tipo, com tudo quanto é equipamento, de vários lugares diferentes.
A ideia do projeto é todo mundo fotografar no mesmo dia no mesmo horário. O dia foi 19 de agosto, dia da fotografia, ãs 17:30. Eu estava estudando, na verdade, passando a limpo a matéria de sexta. Então tirei essa foto aí. Depois vai ter uma exposição e eu falo mais detalhes pra vocês.
Conversando com um conhecido sobre fazer doutorado, ele me contou sua experiência. Todos sabem que fazer doutorado é uma tarefa árdua que requer dedicação, compromisso e abrir mão de muita coisa, muitos momentos de lazer. Esse conhecido contou que ele se divertia fazendo o doutorado pensando que quando acabasse, ia poder viajar pelo mundo através da matemática. E agora ele realmente está viajando. Mas isso não me convence a fazer o doutorado. Oras, se eu quiser viajar, eu vou e viajo, não precisa ficar me matando durante quatro anos para fazer algo que eu quero agora.
Então, eu pergunto para vocês: Por que fazer doutorado? Para ganhar mais também não me soa bem, eu posso arrumar algo que me dê prazer e dinheiro, não preciso me matar durante 4 anos para isso.
O professor ensina um monte de coisas e não vê o resultado do seu trabalho. Digo, os aprendizes vão embora com as coisas que aprenderam e os professores não veem eles aplicando nada daquilo. Meio como os pais quando os filhos vão pro mundo. Mas é papel dos professores e pais se libertarem dessa necessidade ou desejo de verem o resultado do que ensinaram finalizado. Essa renúncia é necessária e faz parte do crescimento espiritual e amadurecimento desse ser, o professor.
Apesar um pensamento que me veio a cabeça agora. E feliz ano novo!!!
Eu contei aqui da minha ida à bienal em setembro, que perdi a carteira e o celular lá. Então, semana passada me ligaram dizendo que minha carteira estava na Saraiva no Barra Shopping desde aquela época. Fiquei perplexa, não achei que fosse reavê-la. Tentei achar uma igual porque gostava muito dela, mas sem sucesso. Enfim, fiquei enrolando horrores para ir lá na Barra pegar e, finalmente, fui ontem. Que aventura. Nos tempos do colégio, eu costumava ir sempre jogar boliche, foi um pouco nostalgia. Os ônibus do Rio passaram por mudanças e vários deles mudaram de número, surgiram novas linhas e agora está tudo complicado. Resultado: peguei um ônibus que dá uma volta danada, mas cheguei, até que relativamente rápido já que foi na semana entre o natal e o ano novo. Reavi minha carteira amarela linda. Estava tudo lá dentro. O celular é que não apareceu, o que era de se esperar. Já que estava por lá fui dar uma volta no shopping, aproveitei e comprei o presente do meu irmão que estava devendo e da professora de pilates que gosto muito dela.
Agora algo que fiquei pensando com relação a esta situação. Lá na bienal, eu fui no Achados e Perdidos da bienal para falar que a carteira e o celular tinham sumido. Eles disseram que se aparecesse entrariam em contato comigo. Fora isso, ainda fui em alguns estandes próximos da onde eu achava que tinha perdido para ver se alguém tinha achado. Nesses estandes, haviam alguns itens perdidos que não eram os meus. Na época, me perguntei se eles sabiam que tinha um achados e perdidos geral e se entregariam as coisas lá no final do dia, por exemplo. Agora, penso que eles não sabem de nada. Penso que a organização do evento deveria divulgar isto para as editoras/livrarias participantes do evento para facilitar as coisas. Se na minha carteira não tivesse um telefone para eles entrarem em contato, a carteira ficaria lá perdida indefinidamente.
No feriado de 15 de novembro fui pra São Paulo para o SWU. Já tinha ido a São Paulo duas vezes, uma quando era criança visitar um tio que tava doente e outra para um congresso na USP (talvez eu conte esta história em outro post, porque rendeu muita história). Em nenhuma das duas vezes deu pra passear. Bom, posso dizer que desta vez também não, porque a minha ideia era ir no SWU dia 14 e conhecer a cidade no dia 13, mas uma amiga acabou me convencendo a ir dia 13 também. E foi muito bom.
Enfim, cheguei sábado à noite, joguei as malas no hotel e sai com esta amiga para conhecer a noite paulistana, o máximo que conheci de São Paulo. Fomos no Morrison, bar de rock bem conhecido por lá que me disseram. Foi muito divertido, a banda era muito boa, tocou todos os clássicos do rock. Aqui no Rio, a cultura rock não é tão difundida quanto em São Paulo. Definitivamente, a má impresão da cidade que tive quando fui para o congresso, foi desfeita.
Inscrevi-me no meu primeiro concurso de fotografia. Já tinha pensado em me inscrever em alguns, mas nunca realizei. Agora eu fui. É no concurso da associação dos amigos do jardim botânico. Estou concorrendo com esta foto e mais uma. O resultado preliminar sai dia 1 de novembro (eu acho). Tomara que eu me saia bem. Torçam por mim.
Em A República de Platão, ele fala do mito da caverna (que não tem a ver sobre o que eu vou falar, mas eu adoro) e, no mesmo capítulo, ele fala das qualidades que um governante deve ter. Li na faculdade para uma disciplina e depois teve um debate na sala sobre isso. Na verdade, era sobre o mito da caverna, mas especificamente, mas uma das alunas levantou essa outra parte. Era na época do governo Lula e lembro dela falando do contraste entre as qualidades que o livro dizia que um governante deveria ter e o nosso presidente ser de origem operária sem muita instrução. Enfim, isto nunca me saiu da cabeça.
Nem lembro direito das tais qualidades que Platão achava que um líder deveria ter, mas eu acredito que os líderes, governantes e representantes devem ter certas qualidades tais como firmeza, convicção, espírito para servir, saber ouvir e saber falar. E, às vezes, a vida exige isso da gente. Eu não acredito que eu tenha essas qualidades. Acredito que tenho qualidades que também são importantes para este fim, mas que não consigo enxergar. Temos a tendência a não prestar atenção ao que temos de bom. Por outro lado, acredito também que a vida cria meios para que elas possam ser desenvolvidas e que mais tarde, quando forem necessárias, elas estarão lá. A questão é estar aberta às oportunidades e se permitir vivenciar isso.