domingo, 25 de janeiro de 2015

The Normal Heart


The Normal Heart conta a história de ativistas gays no início da década de 80 que tentam chamar a atenção da população e do governo para a epidemia da então desconhecida AIDS. É um filme de TV e, se não tivesse sido indicado ao Globo de Ouro, provavelmente eu nem veria, apesar de ter um elenco de peso: Mark Ruffalo (que eu adoro desde que ele me convenceu como o novo Hulk no filme dos Vingadores), Jim Parsons (que eu não consegui vê-lo senão como Sheldon de The Big Bang Theory) e a Julia Roberts. Um nome que eu não conhecia, mas que me chamou a atenção foi o Matt Bomer (que ganhou o Globo de Ouro de ator coadjuvante em filme de TV ou mini-série) pela beleza como o próprio Mark Ruffalo nota no filme (minha reação ao vê-lo foi a mesma que a dela).
Esse tipo de filme me deixa muito triste, chocada de ver as pessoas morrendo sem sabe do que, sendo discriminadas pelas outras pessoas, realmente mexe comigo. O filme terminou e eu só conseguia pensar na música da Madonna In This Life, que ela fez em homenagem a um amigo dela que morreu de AIDS.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Violette


Fui ver Violette porque é um filme francês, não sabia nada sobre a história e achei que fosse ficção. Acontece que é uma cinebiografia da escritora francesa Violette Leduc. O filme foca no relacionamento dela com Simone de Beauvoir que a ajudou a se tornar uma escritora.

Saí do filme com a ideia de que o filme era só mais uma biografia, não achei nada demais. Mas conforme foi passando o tempo, percebi como ele mexeu comigo e eu me senti diferente. Em algumas cenas do filme, eu me incomodava pela maneira como ela agia, o jeito carente, em cima dos outros querendo amor. Mas do final do filme quando ela encontra a paz, que nem sei se ela buscava, é gratificante. Não passei pelo sofrimento de assistir à toa.

domingo, 11 de janeiro de 2015

O Poderoso Chefão III


E finalmente completei a trilogia vendo a terceira parte de O Poderoso Chefão. Mais um riscado da lista. Confesso que não achei tão bom quanto os outros dois, mas é um desfecho necessário e interessante da história de Michael Corleone. No primeiro filme, vemos a sua ascensão e o que o levou a seguir com os negócios do pai. Já no segundo, nos deparamos com as suas escolhas para manter os negócios funcionando e seu consequente isolamento. Neste terceiro filme, percebemos o seu arrependimento e a intensão de redenção, querendo legitimar seus negócios e se reaproximando da família. A filha é vivida pela Sofia Coppola, filha do diretor, que já havia participado do primeiro filme como sua sobrinha. O interessante do filme é usar fatos reais como plano de fundo para a história.
Uma curiosidade sobre o filme é que Robert de Niro, que fez Don Corleone jovem no segundo filme, foi cotado para o papel de Vincent Mancini, que acabou ficando com Andy Garcia. Se de Niro, tivesse ficado com o papel, teriam que envelhecer mais ainda o Al Pacino.

domingo, 4 de janeiro de 2015

O Que Rolou na 6a Temporada de The Good Wife até Aqui

Após meses de suspensão, entre a 5a e a 6a temporada de The Good Wife, ficamos sabendo a resposta de Alicia se ela aceita concorrer ao cargo de State's Attorney, vemos ela aversa a essa ideia. O que realmente era de se esperar conhecendo-a como a conhecemos. E é aí que vemos Eli Gold mostrar porque ele é tão bom no que faz, suas estratégias para convencê-la e ao Peter que, de início, não se mostra favorável a ideia. Observamos pouco a pouco Alicia migrando dos tribunais para a política, de forma relutante, e seus podres e de seus familiares aparecendo. Seu novo gerente de campanha, Johnny Elfman, juntamente com Eli, vão guiá-la por este novo mundo com novas regras em que as aparências valem mais que os fatos. E esse campo fica bem mais confuso quando surge um novo canditado que propõe a Alicia uma disputa limpa, sem baixarias, mas as baixarias continuam aparecendo.
Enquanto isso, Cary é preso. De início parece um caso simples, que seria o plot de um ou dois
episódios, mas se mostra como a outra linha condutora desta temporada. Um caso envolvendo drogas que coloca Lemond Bishop como peça central e grande vilão desta temporada junto com o atual States Atorney que quer usar a situação de Cary para atingir a candidatura de Alicia. Pouco a pouco vemos essas duas tramas se entrelaçando e as vidas de Alicia e Cary sendo esmiuçados.
No meio disso tudo, nos perguntamos como fica Florrick/Agos, Alicia gradativamente deixando seus casos de lado para se dedicar a campanha e Cary se concentrando em seu próprio caso poderia causar problemas, mas Diane se junta ao time em uma fusão que esvazia os escritóris de Lockhart/Gardner e Canning levando consigo um time de peso.
Essa confusão reflete na vida pessoal deles. O relacionamento amoroso de Kalinda e Cary fica prejudicado uma vez que a agente de condicional de Cary a vê como uma pessoa perigosa e proíbe os dois de se aproximarem. Mas emocionalmente, os dois estão mais ligados do que nunca. Kalinda usando seus contatos no FBI e enfrentando Bishop cara a cara em uma cena que vale por uma temporada inteira. Tudo para tentar inocentar Cary. Mas Cary se sente incomodado com o envolvimento de Kalinda atrapalhando sua própria defesa e o colocando-o em risco de voltar para a cadeia.
Já Alicia vê seu relacionamento com Finn se fortalecento. Será que isso vai mais do que uma bela amizade? Muitos torcem para que sim. Isso só os próximos episódios dirão. Mas poderia ser diferente já que Polmar é o promotor no caso de Cary e ele não pega leve. Mas os dois lidam com isso muito bem e ele até ajuda Alicia na sua recém-anunciada candidatura. Mas nem por isso os resultados são os desejados, para alguns, isso pode gerar alguma desconfiança com relação aos seus reais objetivos. Mas quando Finn se depara com fatos que colocam a acusação sobre Cary em dúvida pede demissão da promotoria e abre sua própria firma no mesmo prédio da firma de Alicia que, neste ponto, voltou às instalações da antiga Lockhat Gardner e Canning. Isso acaba aproximando os dois e, diferentemente do que aconteceu com Will, o cosmos parece contribuir para estreitar os laços entre os dois numa relação construída na base da amizade e confiança, mesmo eles se esforçando para fugir desse caminho.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Simon Tatham's Portable Puzzle Collection

Net
Achei o aplicativo Simon Tatham's Portable Puzzle Collection procurando por jogos matemáticos e de lógica. E o que melhor do que uma coleção deles. Não dá para enjoar, quando canso de um pulo para outro. Grande parte deles você já deve ter visto com outro nome.
Os que eu mais jogos atualmente é Pattern onde você tem que preencher uma grade dado apenas o comprimentos das carreiras em cada linha e coluna. É bastante desafiador às vezes.
Outro é Net cujo objetivo é formar uma rede toda conectada de modo que o fluxo alcance toda ela. A maneira de fazer isso é rotacionando os quadrados. E o que eu gosto mais, existe a opção de interligar as bordas, isto é, a rede não termina, continua do outro lado. Topologicamente podemos pensar como um toro.
Loopy, devemos formar uma curva fechada tendo como base a quantidade de arestas desta curva que passam em cada pedaço do tabuleiro.
Maps explora o teorema de comninatória que afirma que com apenas quatro cores é possível pintar qualquer mapa sem que as regiões vizinhas tenham a mesma cor.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Boyhood: Da Infância à Juventude

Boyhood já tinha passado no festival do Rio, mas eu não tinha tido a chance de ver como aconteceu com O Jogo da Imitação. Diferente deste último, o filme estreou rápido por aqui e pude vê-lo. O que me chamou a atenção para ele foi o fato de ter sido filmado em 12 anos mostrando realmente o crescimento do garoto.
Vendo o filme, fiquei pensando o que aconteceria se um dos atores, sei lá, ficasse famoso e desistisse do projeto. Meu sentimento se intensificou depois que descobri que a lei americana proíbe contratos que durem mais de 7 anos, então ninguém tinha contrato. Mas realmente quem aparece no filme é o menino, a irmã dele que é a filha do diretor, o Ethan Hawke (grande amigo do diretor) e a Patricia Arquette. Em certos momentos, pensei "Aí ela estava filmando Medium, o cabelo está igualzinho ao da série." Eu não fui a única que pensou nesses 'desastres'. O diretor Richard Linklater delegou a tarefa de terminar o filme caso ele fiesse a falecer durante esses 12 anos.
Uma das cenas que achei mais engraçado foi a conversa sobre futuros filmes de Star Wars, filmada em 2008. Coincidentemente, o filme foi lançado agora que começaram a trabalhar no filme.
O filme em si tem a cara do Linklater e o mesmo estilo da trilogia de Antes do Amanhecer com bastante conversa sobre a vida e relacionamentos e as visões nas diferentes fases da vida.

sábado, 13 de dezembro de 2014

O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos


E finalmente chega ao fim a saga de Bilbo Baggins em O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos depois de três anos. Esse tipo de filme eu adoro ver na estreia porque é quando os mais aficcionados vão também e tem toda aquela energia que contagia a gente. Embora, dessa vez, acho que o que empolgou mais a plateia foi o trailer de Star Wars que passou antes.
O filme em si não empolgou tanto, tem cenas pontuais fantásticas, principalmente nas batalhas, que relamente impressionam, mas no geral não. O filme tem clima de épico, foi feito assim, mas teve um momento que eu achei épico demais que acabou estragando isso, ficou cansativo. O papel do hobbit é para contrapor isso, representando a simplicidade, mas acabou em segundo plano dando espaço para os humanos e elfos. O Legolas então, teve bastante espaço para ser Legolas e fazer aquelas coisas incríveis que ele está acostumado a fazer desde a Sociedade do Anel.