segunda-feira, 31 de março de 2014

Estourando Plástico Bolha


Eu adoro estourar plástico bolha. Antes eu costumava estourar na mão, um por um. Mas ficava meio irritada quando estava chegando no final, porque ficava difícil de encontrar algum que ainda não tinha sido estourado. Felizmente descobri uma outra maneira que me agradou muito. Agora eu coloco no chão e piso, dançando em cima do plástico. É ótimo. Vai um monte de bolhas de uma vez só. Acaba mais rápido, mas é muito melhor. E não tem mais o problema de não encontrar bolha para estourar.


P.S.: Descobri que agora existe plástico bolha colorido. É lindo.

domingo, 30 de março de 2014

Ela


Recentemente fui ver Ela, filme do Spike Jonze. Desde que vi Quero Ser John Malkovich, fiquei impressionada com ele. Claro que o roteiro do Charlie Kaufman contribuiu bastante. Pois bem, em Ela, Jonze dirigiu e escreveu e, poderia muito bem ter sido o Kaufman. A maneira sem julgamento como é abordado o relacionamento do personagem do Joaquin Phoenix com a sua sistema operacional (voz da Scarlett Johansson) coloca questões interessantes para pensar. Por exemplo, no que se baseia um relacionamento, ou como ele anda (para frente ou para trás), a solidão humana. Adoro esse tipo de filme. O visual retrô anos 70 do filme também é muito legal. Quem espera um futuro anos 70? O filme realmente preencheu um pouco dos meus vazios e dúvidas existências. Saí do filme com um que de melancolia e leve e curiosa. Outro filme recente que fez isso foi Questão de Tempo, também ótimo.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Johnny Cash, Uma Biografia

Johnny Cash completaria hoje 82 anos. A um tempo atrás descobri uma biografia em quadrinhos dele chamada Johnny Cash - Uma biografia de Reinhard Kleist (em inglês o nome é I See a Darkness). Diferente do filme Johnny e June, os quadrinhos focam menos no relacionamento dele com June Carter e mais na carreira dele tendo como fio condutor a música “Folsom Prison Blues” chegando até sua morte. Eu, super fã do Cash e de quadrinhos, amei o livro, uma perspectiva diferente do que eu já tinha visto sobre ele. Descobri um dia de bobeira na livraria do CCBB. Apesar de eu ter ficado desconfiada da qualidade do trabalho no início, meus receios se dissiparam quando descobri que o escritor já tinha feito a biografia em quadrinhos de Fidel Castro que foi muito elogiada.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

RoboCop


Fui ver RoboCop ontem. Achei o filme razoável, prefiro o original. Gostei da maneira como foram tirando a humanidade dele aos poucos. No filme original, o experimento foi feito às escondidas, ninguém sabia quem era o RoboCop, neste não, todo mundo sabe quem ele é. Como no original, tudo não passa de um jogo de interesses para se alcançar o objetivo desejado. E ninguém se importa em como isso está afetando a pessoa em questão, no caso, o policial Murphy. Um dia eu quero ver um filme que mostre como as coisas devem ser. Não gostei de como a situação toda se 'resolve' no final. Após ele ter conseguido superar a mente robótica dele, ele parte numa vingança enfurecida, abandonando toda sua 'crença' no sistema policial.  É fácil entender isso devido às circunstâncias, mas gostaria de tê-lo visto usar justamente este sistema para punir os criminosos.