De todos os filmes que concorreram ao Oscar esse ano, esse foi o que achei mais sem graça. Prefiro muito mais O Jogo da Imitação. O que achei interessante em Birdman foi a maneira como foi filmado, em plano sequência. Gostei de ver o Edward Norton também, tinha tempo que não via um filme dele. Fui ver o filme sem saber que era com ele. Acho que não tenho muito para falar sobre o filme.
segunda-feira, 16 de março de 2015
sábado, 7 de março de 2015
Sniper Americano
Sniper Americano foi indicado ao Oscar, ganhou alguns outros prêmios e isso não me animou a vê-lo porque é filme de guerra, não é a minha praia. Mas quando descobri que foi dirigido pelo Clint Eastwood mudei de ideia imediatamente. Adoro os filmes dele, acho de uma sensibilidade incrível.
Este filme conta a história do maior sniper de todos os tempos dos Estados Unidos e suas missões no Iraque. É interessante percerber como isso vai afetando ele pouco a pouco e como depois ele consegue se recuperar, o que para mim é sempre a parte mais difícil.
Uma cena que chamou a atenção de todo mundo no cinema é quando ele está com a esposa e o bebê de colo que na verdade é um boneco. Mas é tão mal disfraçado que o cinema inteiro comentou, foi inevitável. Segundo o roteirista do filme, Jason Hall, haviam dois bebês de verdade para fazer o papel, mas um ficou doente e o outro não apareceu. Restou a eles usar um boneco.
domingo, 1 de março de 2015
A Teoria de Tudo
Todo mundo falou desse Oscar sem diversidade e eu feliz da vida porque tinha dois filmes sobre cientistas: O Jogo da Imitação, que já falei antes, e esse A Teoria de Tudo sobre a vida do físico Stephen Hawking. E a comparação é inevitável. Mas antes de fazê-la vou falar do filme em si.
Uma coisa sobre ele que é óbvia, mas a gente só se dá conta quando vê, é que mostra o Stephen Hawking antes da doença. Hoje ele virou praticamente uma caricatura dele mesmo, participando de sitcoms e outras coisas, uma figura pop. Não estou criticando isso, mas é interessante ver que ele é, ou pelo menos já foi, mas do que isso e que a fama dele é merecida, principalmente por conseguir explicar as teorias dele de forma tão simples e de fácil compreensão. Isso é bastante difícil de se ver. E ele teve uma vida normal à medida do possível com conflitos que todo mundo passava sem aquele ar de pena. Outra coisa que achei legal foi o final do filme fazendo ligação com a teoria dele, achei interessante, uma linguagem diferente e pertinente. Apesar disso tudo, o filme não me emocionou como O Jogo da Imitação e eu esperava isso.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Rush: No Limite da Emoção
Não sou nem um pouco de Fórmula 1, quando resolvi assistir a uma corrida foi o dia em que o Senna morreu, então parei antes de começar. Mas fiquei curiosa com esse filme quando vi o final na televisão. Decidi ver o filme inteiro, do início.
E o filme é muito legal, ainda mais para mim que não conhecia a história e a rivalidade desses dois, James Hunt e Niki Lauda. Para um filme sobre Fórmula 1 me prender, tem que ser bom mesmo, as corridas são emocionantes e o Daniel Brühl está muito bem. Fiquei feliz depois, quando soube que ele vai fazer o barão Zeno no próximo filme do Capitão América. O próprío Niki Lauda ficou espantado com a interpretação, chegando a falar que era mesmo ele no filme. O filme em si também é bem fiel segundo ele e outras pessoas dessa indústria.
O mais interessante é que apesar da rivalidade toda, notasse uma admiração mútua entre os dois e isso é bemm legal. Também fiquei impressionada com a maneira como o Niki Lauda lidava com essa indústria. Ele realmente enxergava como um trabalho, um negócio, diferente do que se é mostrado, onde tudo gira em torna da paixão e o lado emocional com as pessoas realmente envolvidas emocionalmente. Esse lado fica por conta do James Hunt.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
O Jogo da Imitação
Lembro de uma época em que eu não gostava de filmes baseados em fatos reais e hoje são os meus preferidos. O Jogo da Imitação mais que os outros por se tratar da história de um matemático e do criador do que viria a se tornar o computador nosso de cada dia.
O filme é lindo, me emocionou em vários momentos, Turing falando da máquina dele ou explicando o que ele imaginava dela me arrepiou. Assim como senti uma alegria tremenda no momento da epifania, me identifiquei muito.
Outro aspecto interessante do filme é que ele é contado em três períodos de tempo diferentes paralelamente, gostei bastante do resultado. Uma cena que me chamou a atenção foi no final quando mostra ele já sob o efeito dos hormônios, fiquei indignada de ver o sofrimento dele. Não sei se foi nessa cena, mas o Benedict Cumberbatch chorou de verdade em uma delas a ponto de não conseguir parar. Confesso que simpatizei mais com ele depois disso (Tenho uma certa implicância com ele).
E não podia esquecer do Matthew Goode com aquele jeito dele que me conquistou em The Good Wife.
Uma curiosidade é que o Benedict Cumberbatch é um parente distante de Alan Turing segundo o site Ancestry.com. aqui.
No ano passado, o jornal Telegraph republicou as palavras cruzadas originais que Alan Turing usou para recrutar pessoas em 1942. Você pode tentar fazer
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domingo, 8 de fevereiro de 2015
Kandinsky: Tudo Começa Num Ponto
A exposição do Kandinsky no CCBB me surpreendeu, esperava algo completamente diferente. Já levei um susto logo no início, porque não tinha quadros do Kandinsky, mas de outros pintores, e objetos de madeira e não telas. Eu não conheço Kandinsky direito, talvez se eu conhecesse não me surpreendesse tanto. A ideia da exposição é apresentar o mundo dele, o que o inspirou (artistas, culturas, músicas, tradições) e quem ele inspirou. Achei bastante interessante.
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| Improvisação 4 (Kandinsky) |
No saguão do CCBB, tem um espaço onde você coloca algo como uns óculos e pode observar um quadro dele enquanto ouve uma música que o inspirou a pintar o quadro. E no final, como de costume, no espaço das atividades educacionais/interativas, você pode pintar em vidro ou em tela ou fazer bordado. Bordado parece estranho, mas depois que visitei a expo, fez bastante sentido.
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| Fazendo o bordado |
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| O resultado: Improvisação 1 |
Local:
CCBB
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Gravidade
Quando Gravidade foi lançado ano passado, não dei muita coisa por ele, apesar de ter sido indicado ao Oscar e tudo mais. Estava de bobeira essa semana e resolvi assistir. O filme me surpreeendeu positivamente, conseguiu prender minha atenção e me deixar tensa com a história. Interessante que ele se passando no espaço sideral, aquela imensidão, transmite muito bem um sentimento de ansiedade clautrofóbica, talvez por só ter isso mesmo: o espaço e mais nada nem ninguém. Outra coisa que me impressionou foi o corpo da Sandra Bullock, está muito bem. E o cabelo curto ficou lindo!
domingo, 25 de janeiro de 2015
The Normal Heart
The Normal Heart conta a história de ativistas gays no início da década de 80 que tentam chamar a atenção da população e do governo para a epidemia da então desconhecida AIDS. É um filme de TV e, se não tivesse sido indicado ao Globo de Ouro, provavelmente eu nem veria, apesar de ter um elenco de peso: Mark Ruffalo (que eu adoro desde que ele me convenceu como o novo Hulk no filme dos Vingadores), Jim Parsons (que eu não consegui vê-lo senão como Sheldon de The Big Bang Theory) e a Julia Roberts. Um nome que eu não conhecia, mas que me chamou a atenção foi o Matt Bomer (que ganhou o Globo de Ouro de ator coadjuvante em filme de TV ou mini-série) pela beleza como o próprio Mark Ruffalo nota no filme (minha reação ao vê-lo foi a mesma que a dela).
Esse tipo de filme me deixa muito triste, chocada de ver as pessoas morrendo sem sabe do que, sendo discriminadas pelas outras pessoas, realmente mexe comigo. O filme terminou e eu só conseguia pensar na música da Madonna In This Life, que ela fez em homenagem a um amigo dela que morreu de AIDS.
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sábado, 17 de janeiro de 2015
Violette

Fui ver Violette porque é um filme francês, não sabia nada sobre a história e achei que fosse ficção. Acontece que é uma cinebiografia da escritora francesa Violette Leduc. O filme foca no relacionamento dela com Simone de Beauvoir que a ajudou a se tornar uma escritora.
Saí do filme com a ideia de que o filme era só mais uma biografia, não achei nada demais. Mas conforme foi passando o tempo, percebi como ele mexeu comigo e eu me senti diferente. Em algumas cenas do filme, eu me incomodava pela maneira como ela agia, o jeito carente, em cima dos outros querendo amor. Mas do final do filme quando ela encontra a paz, que nem sei se ela buscava, é gratificante. Não passei pelo sofrimento de assistir à toa.
domingo, 11 de janeiro de 2015
O Poderoso Chefão III
E finalmente completei a trilogia vendo a terceira parte de O Poderoso Chefão. Mais um riscado da lista. Confesso que não achei tão bom quanto os outros dois, mas é um desfecho necessário e interessante da história de Michael Corleone. No primeiro filme, vemos a sua ascensão e o que o levou a seguir com os negócios do pai. Já no segundo, nos deparamos com as suas escolhas para manter os negócios funcionando e seu consequente isolamento. Neste terceiro filme, percebemos o seu arrependimento e a intensão de redenção, querendo legitimar seus negócios e se reaproximando da família. A filha é vivida pela Sofia Coppola, filha do diretor, que já havia participado do primeiro filme como sua sobrinha. O interessante do filme é usar fatos reais como plano de fundo para a história.
Uma curiosidade sobre o filme é que Robert de Niro, que fez Don Corleone jovem no segundo filme, foi cotado para o papel de Vincent Mancini, que acabou ficando com Andy Garcia. Se de Niro, tivesse ficado com o papel, teriam que envelhecer mais ainda o Al Pacino.
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